Ano a ano, um resumo das edições de Expressão geradas a partir das realizações do Prêmio. Uma seqüência que ilustra a evolução do tema preservação ambiental no meio empresarial. Desde o crescimento das imposições ambientais para as empresas, da edição de 1993, até o recorde histórico de inscrições do Prêmio Expressão de Ecologia, com a participação de 164 projetos em 2008.

 
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2008 - 16.º Prêmio Expressão de Ecologia

A conciliação possível

 
Anuário Expressão de Ecologia 2006
 
  *Exclusivo aos cadastrados

O conteúdo do Anuário Expressão de Ecologia 2008 permite um vislumbre do quanto o meio ambiente está integrado ao cotidiano e ao planejamento das mais importantes organizações. O conjunto de abordagens proposto pelo Anuário demonstra que, nas empresas, as questões ambientais são do interesse da administração, da engenharia, da pesquisa e desenvolvimento, dos recursos humanos, do marketing, das relações institucionais...

A matéria sobre gestão ambiental mostra que diminuição de impactos é associada a maiores lucros operacionais. Já a que aborda a inovação aponta os esforços em tornar sustentáveis a produção e o consumo, como condição para a perpetuidade do negócio.

A matéria sobre o Diálogo Florestal relata um encontro que pareceria inusitado em outros tempos: ambientalistas e empresários trabalhando juntos para associar aumento da qualidade ambiental e crescimento econômico.

O resumo das 164 ações ambientais do Prêmio Expressão de Ecologia 2008 permite uma visão qualitativa e quantitativa das iniciativas ambientais desenvolvidas na região Sul. São conteúdos que, apreciados em conjunto, desvelam a dimensão do meio ambiente nas organizações.

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2007 - 15.º Prêmio Expressão de Ecologia

Meio ambiente de resultados

 
Anuário Expressão de Ecologia 2006
 
  *Exclusivo aos cadastrados

O Anuário Expressão de Ecologia 2007, o maior guia ambiental da região Sul, apresenta as empresas e projetos vencedores do 15º Prêmio Expressão de Ecologia.

A edição também revela como a década de 1990 marcou uma profunda mudança na visão e nas atitudes das empresas, dos ambientalistas e do Estado em relação ao meio ambiente. Leis mais rigorosas, mercados mais exigentes e comunidades mais conscientes determinaram os rumos das transformações na relação com o meio ambiente. Uma matéria especial sobre os 15 anos do Prêmio Expressão de Ecologia aborda os maiores vencedores em todos os anos da premiação, as categorias com maior número de inscrições e como o Prêmio acompanhou as tendências e registrou os avanços das empresas do Sul.

Outras matérias retratam o conceito da sustentabilidade, o envolvimento da comunidade com a preservação do meio ambiente e a suinocultura como uma fonte de energia.

A edição também apresenta uma entrevista com Aron Belinky, do Instituto Akatu, que propaga a idéia do consumo consciente e acredita que o consumidor é quem tem o poder para mudar
o mundo.

Na seção Tendências o prêmio Nobel de Química Hartmut Michel, o físico José Goldemberg e o consultor Anderson Galvão discutem o presente e o futuro dos biocombustíveis no Brasil e no mundo.

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2006 - 14.º Prêmio Expressão de Ecologia

Multirão pela floresta

 
Anuário Expressão de Ecologia 2006
 
  *Exclusivo aos cadastrados

O Anuário Expressão de Ecologia 2006 apresenta as empresas e projetos vencedores do 14º Prêmio Expressão de Ecologia, além de mostrar as ações da comunidade sulista para ajudar a combater o aquecimento e preservar o meio ambiente do planeta.

O tema central da matéria de capa é a necessidade de preservação dos remanescentes da mata atlântica, com destaque para as Reservas Particulares do Partimônio
Natural (RPPNs).

Na entrevista, Miguel Calmon, Diretor do Programa de Conservação para a Mata Atlântica da The Nature Conservancy (TNC), defende a valorização de boas práticas de conservação dos recursos naturais.

Na seção Tendências são debatidas as exigências das leis ambientais e a morosidade dos processos de licenciamento.

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2005 - 13.º Prêmio Expressão de Ecologia


Caça ao desperdício

 
Anuário Expressão de Ecologia 2005
 
  *Exclusivo aos cadastrados

A publicação mostra como algumas indústrias da região Sul estão repensando o modo de produção, utilizando os princípios da sustentabilidade para aumentar o prazo de validade do próprio negócio.

No esforço de reduzir o consumo de insumos de produção e gerar menos resíduos, os técnicos da área ambiental estão se tornando verdadeiros caçadores das ineficiências do processo produtivo. Com isso, ganha o meio ambiente e ganham as empresas, que, no final, ainda contabilizam bons resultados financeiros com a economia gerada. Agco, Fras-le e Marcopolo são algumas das companhias gaúchas com eficientes programas de redução do consumo de insumos e reaproveitamento dos resíduos. É o que mostra o Anuário Expressão de Ecologia 2005.

 

A publicação apresenta os cases vencedores do Prêmio Expressão de Ecologia, que já está na 13ª edição. Este ano foram premiados 29 projetos de empresas e instituições, sendo 12 de Santa Catarina, dez do Paraná e sete do Rio Grande do Sul. O Anuário foi lançado durante o evento de entrega do Prêmio Expressão de Ecologia, no Parque Copesul de Proteção Ambiental, em Triunfo (RS), no dia 25 de novembro.

 
  Eletrosul e Eletrobrás vão investir R$ 360 milhões para instalar biodigestores em 19 municípios em SC e no RS
   

O Anuário também traz ampla reportagem sobre a corrida do carbono, em que empresas e ONGs disputam para tirar do papel projetos que possam ser enquadrados no Mecanismo de Desenvolvimento Limpo, que permite a venda dos créditos gerados por projetos que reduzam as emissões dos gases do efeito estufa ou seqüestrem carbono da atmosfera. O Brasil já tem 83 projetos em fase de validação no MDL. No Sul, Sadia e Eletrosul já têm programas para instalar biodigestores em granjas de suínos de modo a reaproveitar os resíduos dos animais para gerar biogás e, posteriormente, comercializar os créditos de carbono.

Suinocultura - Com 14,3 milhões de cabeças de suínos, a região Sul concentra metade do rebanho brasileiro e responde por 73% das exportações nacionais de carne suína. No entanto, essa rentável atividade econômica tem sido a principal causa de contaminação dos mananciais nas regiões onde a produção está concentrada – Oeste e Sul de Santa Catarina, regiões da Serra e das Missões, no Rio Grande do Sul, e Oeste e Sudoeste do Paraná. No Oeste catarinense, estima-se que 90% das fontes superficiais de água estão impróprias para o consumo. Para resolver o problema, Ministério Público, indústrias, produtores e associações de classe assinaram um Termo de Ajuste de Conduta com prazo até 2007 para que todas as propriedades se adequem à legislação ambiental.

 
  Pioneirismo nacional da CEEE: uso de postes de eucaliptos plantados em substituição aos postes de concreto
   

Energia - As empresas do setor elétrico estão cada vez mais preocupadas em adotar uma postura de responsabilidade ambiental que vá além das compensações legais decorrentes da atividade de geração, distribuição ou transmissão de energia. Assim, a CEEE potencializa o uso de postes de madeira reflorestada num claro compromisso com a sustentabilidade no longo prazo, já que os postes de eucalipto não utilizam matérias-primas da mineração e na sua fabricação é muito menor o uso de energia em relação aos postes de concreto.

A RGE, por sua vez, investe em campanhas de reposição florestal na sua área de abrangência, além de ter implantado o projeto de logística reversa, que reaproveita os materiais recolhidos durante o processo de manutenção das linhas de transmissão. Com a coleta, reciclagem e reaproveitamento de materiais a RGE deixou de gastar R$ 5,3 milhões em 2004. Este ano, até agosto, a economia já havia chegado a R$ 6,7 milhões.

 
  Na Big Timber, material reciclado vira brinquedos e jogos pelas mãos dos adolescentes do Projeto Pescar
   

Reciclagem - O Anuário mostra como o tema da categoria estreante no Prêmio Expressão de Ecologia avança rapidamente no Brasil impulsionada pela criatividade de empresas e ONGs que bancam projetos que aliam educação ambiental com inclusão social. Outro assunto da publicação é o aumento da militância ambiental, em que é cada vez maior o número de pessoas, ONGs e empresas com intensa atuação na área ambiental. Na maior parte dos casos, há um esforço para aliar programas de educação ambiental com ações concretas de preservação da flora e da fauna e recuperação de áreas degradadas.

 
  Claudio Langone

Entrevista - O entrevistado do Anuário Expressão de Ecologia é o gaúcho Claudio Langone, que já foi Secretário Estadual do Meio Ambiente do Rio Grande do Sul e atualmente ocupa o cargo de Secretário Executivo do Ministério do Meio Ambiente. Langone fala do desmatamento da Amazônia, da criação de novas áreas de conservação, de licenciamento ambiental, do diálogo com o setor empresarial e do projeto de lei que proíbe definitivamente a importação de pneus usados.

Tendências - No espaço para o debate, o Anuário de Ecologia aborda o tema da gripe do frango e dos riscos de um possível surto da doença no Brasil, hoje o maior exportador mundial de carne de aves e o único dos grandes produtores mundiais a não ter registrado nenhum caso da doença. O assunto é abordado por Liana Brentano, pesquisadora da Embrapa Suínos e Aves; Vladimir do Nascimento, médico-veterinário da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e membro do Comitê Estadual de Sanidade Avícola, e por Osler Desouzart, consultor da OD Consulting.
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2004 - 12.º Prêmio Expressão de Ecologia

Produção Limpa muda processos e produtos

 
Anuário Expressão de Ecologia 2004
 
  *Exclusivo aos cadastrados

Um número cada vez maior de indústrias está adotando os conceitos da Produção Mais Limpa. Ou seja: fazem mudanças profundas nos processos de produção e até nos produtos, com o objetivo de racionalizar o consumo de matéria-prima, energia e água e evitar a geração de resíduos. É o que mostra uma das reportagens do Anuário Expressão de Ecologia 2004.

A edição apresenta os cases vencedores do 12º Prêmio Expressão de Ecologia. Este ano foram premiadas 24 empresas e instituições, sendo 14 de Santa Catarina,
sete gaúchas e três paranaenses.

O Anuário traz também reportagens especiais sobre o lixo urbano, reciclagem, coleta de embalagens de agrotóxicos e a expansão da certificação florestal pelas normas do Forest Stewardship Council (FSC). A explosão dos programas e projetos voltados à educação ambiental de crianças e adultos, tanto nas empresas como nas instituições públicas e ONGs, é outro tema tratado na edição.

A reportagem sobre a água mostra os gargalos hídricos do Sul, com os problemas que afetam a qualidade dos mananciais nas principais bacias hidrográficas dos três estados. Na entrevista especial, o diretor-superintendente da Copesul, Luiz Fernando Cirne Lima, fala sobre os desafios da sociedade para adotar padrões de produção e de consumo menos danosos ao ambiente. A edição teve lançamento oficial durante a cerimônia de entrega de troféus aos premiados, realizada na sede da empresa Vega do Sul, em São Francisco do Sul (SC).

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2003 - 11.º Prêmio Expressão de Ecologia

A vez da água

 
Anuário Expressão de Ecologia 2003
 
  *Exclusivo aos cadastrados

A reportagem de capa do Anuário Expressão de Ecologia 2003 revela que já existe uma preocupação com a preservação e despoluição dos recursos hídricos no Brasil, especialmente no Sul do país. Há boas expectativas de investimento em saneamento e - por pressão da sociedade - o tema deverá aparecer forte nas eleições municipais. Paralelamente, mecanismos como as Parcerias Público-Privadas (PPPs), devem injetar alguns milhões de dólares em obras no setor. O saneamento básico é um dos principais vilões na poluição das bacias sulistas. Nesta edição, o anuário traça um panorama dos principais problemas que cada uma enfrenta.

Dar à água um valor, por meio da outorga de uso, é outro mecanismo que em breve poderá contribuir para a preservação do recurso. De olho no aumento do custo de produção, empresas já começam a criar formas de reaproveitar o líquido, reduzir seu consumo e despoluir efluentes. Uma boa parte dos cases inscritos este ano no Prêmio Expressão de Ecologia é relacionada a um desses pontos. O Anuário Expressão de Ecologia traz ainda reportagem exclusiva sobre o apagão florestal no Sul do país. O consumo de madeira reflorestada na região é maior que a velocidade com que a natureza consegue repor os estoques. Com isso, segundo especialistas, a região sofrerá de déficit total na matéria-prima ainda nesta década.

Além das reportagens que retratam os 25 cases vencedores do 11º Prêmio Expressão de Ecologia, na edição, Cláudio Nunes, gerente corporativo de SMS da Petrobras, fala da revolução que transformou a proteção ao meio ambiente em uma das prioridades da empresa. Já na seção Tendência, o secretário da Qualidade de Joinville, Ivo Gramkow, afirma que a idéia de que fazer saneamento não dá votos é coisa do passado.

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2002 - 10.º Prêmio Expressão de Ecologia

A ecologia conquista território

 
Revista Expressão - Edição Ecologia 2002
 
  *Exclusivo aos cadastrados
Marco dos dez anos do Prêmio Expressão de Ecologia, a edição de 2002 de Expressão dedicada ao tema teve como principal assunto a consolidação da gestão ambiental entre as empresas da Região Sul. A matéria de capa da revista traçou um diagnóstico dos avanços alcançados pelas companhias sulistas, que ao longo dos 10 anos de realização do Prêmio evoluíram das ações pontuais, como a construção de estações de tratamento de efluentes, para um conceito mais amplo, que agrega a questão da responsabilidade ambiental a todos os setores e à própria filosofia das empresas.
Além de destacar os cases que foram vencedores da 10º edição do Prêmio, a revista aborda temas que merecem destaque dentro da evolução das ações desenvolvidas pelas empresas e voltadas aos públicos interno e externo. Nessa temática, um dos pontos altos são as ações voltadas à educação ambiental, com programas nascidos no Sul, que são exemplo e acabaram sendo disseminados para o resto do país. Outro destaque da edição são os projetos desenvolvidos por empresas sulistas e voltados à conservação do mais valioso recurso natural e que torna-se cada vez mais precioso: a água. Também o avanço da biotecnologia, principalmente com a utilização do controle biológico de pragas, mereceu atenção especial. Além disso, a edição traz resumos dos cases vencedores do Prêmio Expressão de 1993 a 2001. Em 10 anos, a premiação teve 681 cases inscritos e 193 premiados.
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2001 - 9.º Prêmio Expressão de Ecologia

Ninhada Verde

 
Revista Expressão - Edição Ecologia 2001
   
Principal assunto da edição, a matéria sobre educação ambiental revela o avanço das ações desenvolvidas por empresas, entidades e escolas sulistas e que resultam numa geração pioneira de um milhão de jovens, formada dentro dos conceitos de responsabilidade ecológica.

Mais do que apenas preocupar-se com a conscientização de seu público interno, as empresas ultrapassaram os limites de seus muros e envolvem-se cada vez mais em parcerias voltadas à capacitação de professores, desenvolvimento de projetos voltados ao público escolar e à comunidade em geral. E com a utilização das mais variadas ferramentas, como cursos, exposições, encenações teatrais, passeios por trilhas interpretativas, apresentações de vídeos, concursos, distribuição de cartilhas, além de envolvimento em projetos de reciclagem de lixo, recuperação de áreas degradadas ou cursos d'água atingidos por poluentes e de preservação de espécies ameaçadas.

Um panorama do ecobusiness no Sul do Brasil é outro dos assuntos da edição. Os reflexos na região Sul do mercado ambiental nacional, que movimentará mais de US$ 3 bilhões neste ano e os desafios das empresas para manter suas equipes motivadas em relação às exigências da gestão ambiental.

Outra reportagem da edição retrata uma tendência que ganha cada vez mais espaço no Sul. A das empresas especializadas em coletar e tratar resdíduos industriais. Também casos de empresas que se uniram para encontrar soluções comuns a seus problemas de destinação final adequada de rejeitos de produção. Um reflexo do desenvolvimento da consciência do empresariado sulista diante da necessidade de reduzir os impactos de suas atividades na natureza.

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2000 - 8.º Prêmio Expressão de Ecologia

Reciclagem, a natureza agradece

 
Revista Expressão - Edição Ecologia
   
No limiar do novo século, a gestão ambiental já tinha se tornado preocupação permanente das grandes empresas e passava a fazer parte do cotidiano das companhias de médio e pequeno portes, em busca da certificação ISO 14000, fundamental para os produtos exportados. E outro tema entra na ordem do diana questão ambiental, a necessidade de reaproveitamento de recursos.

Em 2000, o final do milênio apontava para a necessidade da reciclagem. As razões são mais do que óbvias. Vivemos em um planeta que, como qualquer outro, tem recursos limitados. Então, nada mais sensato que, em vez de atulhar a Terra com lixo, reaproveitar ao máximo todos os materiais usados de alguma forma. É ecológico, gera renda e atenua o grave problema dos lixões.



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1999 - 7.º Prêmio Expressão de Ecologia

Água Vale Ouro

 
Revista Expressão - Edição Ecologia
   
Mais uma vez apontando os caminhos necessários, o Prêmio trouxe como destaque a discussão sobre os recursos hídricos e a urgência de uma gestão responsável e inteligente. Preservar os cursos d'água já tinha deixado de ser um ato de consciência para se tornar um imperativo de sobrevivência. O final de década mostrou essa evolução, com os exemplos de empresas que passaram de poluidoras de rios a defensoras intransigentes do meio ambiente, como ocorreu em Blumenau e Joinville.

Com o título "Água Vale Ouro", Expressão reproduziu a frase do vice-presidente do Banco Mundial: "O século XX viu guerras causadas por diferenças ideológicas, religiosas, políticas e pelo controle das reservas de petróleo. Já o século XXI poderá ser dominado por conflitos provocados pela escassez de outro líquido, a água".

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1998 - 6.º Prêmio Expressão de Ecologia

Educação Ambiental - A multiplicação da concorrência

 
Revista Expressão - Edição Ecologia
   
Empresas, ONGs, governo e as comunidades começam a apostar com mais decisão na educação ambiental, percebendo que recuperar e preservar a natureza é inviável sem o engajamento ativo da população. O Prêmio Expressão de Ecologia destaca as várias iniciativas nessa área.

Superadas as fases iniciais da conscientização das empresas, em 1998 a educação ambiental era o foco da preocupação das pessoas envolvidas nessa batalha permanente. Envolver e conquistar a população na luta para garantir um mundo melhor às gerações futuras passou a ser uma das prioridades. Ações nesse sentido eram desenvolvidas por empresas, ONGs e poder público, em iniciativas permanentes.

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1997 - 5.º Prêmio Expressão de Ecologia

Gestor Ambiental - Você é?

 
Revista Expressão - Edição Ecologia
   

A chegada para valer da ISO 14000 consagrou a gestão voltada para o meio ambiente como a filosofia a ser apreendida pelas empresas. É o caminho que oferece, ao mesmo tempo, integração com o meio ambiente, a chave para abrir as portas do almejado desenvolvimento sustentável.

Em 1997, o Prêmio consagrou a gestão ambiental como o caminho para consolidar a filosofia ecológica nas empresas. As ações de preservação passaram a fazer parte do valor agregado dos produtos. E o que antes parecia apenas fonte de despesa tornou-se investimento de marketing. Nesse mesmo ano, a Confederação Nacional da Indústria (CNI), com o know-how do Prêmio Expressão, criou seu prêmio de ecologia. O jurado que a representava em nosso prêmio, Carlos Regazzi, foi o criador e coordenador do CNI de Ecologia - que sempre teve como ganhadores, empresas do Sul que no ano anterior haviam ganhado o Expressão.

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1996 - 4.º Prêmio Expressão de Ecologia

Lixo Industrial - O Próximo Desafio

 
Revista Expressão - Edição Ecologia
   

Consolidados os investimentos das principais indústrias em sistemas de tratamento de efluentes líquidos, criou-se um novo problema. As estações retêm um lodo que nada mais é do que poluição concentrada, sem lugar adequado para sua destinação final. Começam a surgir os primeiros aterros industriais para esses perigosos resíduos.

No ano de 1996 o Prêmio Expressão de Ecologia tornou-se o maior do país na área empresarial. Os problemas tornaram-se cada vez mais complexos, numa demonstração clara de que estava acontecendo uma evolução na solução das questões ambientais na região sul. As grandes indústrias reduziram a carga poluidora de seus efluentes líquidos, mas isso gerou resíduos que em sua maioria não têm uma destinação final adequada. A indústria Döhler, de Joinville (SC), ganhou o prêmio máximo na edição do prêmio daquele ano por fechar todo o ciclo de tratamento, construindo seu próprio aterro para resíduos - ela estava pronta para receber a certificação ISO 14000.

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1995 - 3.º Prêmio Expressão de Ecologia

Empresários x Ambientalistas

 
Revista Expressão - Edição Ecologia
   

Começava um diálogo mais amplo entre ambientalistas e empresários. Enquanto o ecologista radical dava vez a ONGs interessadas em firmar parcerias com o setor produtivo, empresários de todos os setores apoiavam inúmeros projetos ambientais. A Fundação O Boticário, de Curitiba, financiara até então centenas de projetos com mais de US$ 1 milhão e meio.

Muitas empresas começaram a bancar projetos de educação ambiental comunitários, como Souza Cruz. O prêmio passou a abranger também o Rio Grande do Sul. Em vez de considerarem incompatível qualquer atividade econômica com o meio ambiente, ou de pregarem uma ruptura com o atual modelo econômico, a maioria dos ambientalistas passou a atuar na mediação, tentando minimizar os impactos e aumentar a conscientização. Os empresários hastearam a bandeira verde, apossaram-se do discurso do desenvolvimento sustentado, passaram a investir milhões em cuidados ambientais e a postura ecologicamente correta transformou-se em poderoso instrumento de marketing.

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1994 - 2.º Prêmio Expressão de Ecologia

A era do ecobusiness

 
Revista Expressão - Edição Ecologia
   
As imposições ambientais exigiam investimento pesado, o que resultava num impressionante mercado estimado em US$ 450 bilhões em todo o planeta. Expressão adiantava como seriam e o que exigiriam as normas ISO 14000 e de que maneira elas iriam mudar a vida das empresas. A Hering implantava um sistema de gestão ambiental que culminaria, em 1997, na certificação ISO 14001. O prêmio passou a abranger também o Paraná. O s empresários com fortes investimentos em ecologia seguiam queixando-se da falta de fiscalização do governo em empresas concorrentes poluidoras, que assim tinham custos menores.

A ecologia já era um importante fator da economia e começava-se a descobrir que era preciso mexer em toda a produção, e não apenas tratar os efluentes na saída dos canos. Examinando o que era jogado fora, muitas empresas passaram a economizar matérias-primas caras, que podiam ser reaproveitadas ou usadas em menor quantidade. Várias empresas passaram a transformar resíduos industriais em subprodutos, gerando dinheiro para abater o custo das estações de tratamento. Entrava-se na era do ecobusiness. Os milionários investimentos mundiais envolvendo controle ambiental já faturam mais que a indústria bélica e no Brasil movimentam mais de US$ 1 bilhão anuais.

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1993 - 1.º Prêmio Expressão de Ecologia

O Fator Verde

 
Revista Expressão - Edição Ecologia
   
Multiplicavam-se as barreiras comerciais não-tarifárias que cobravam dos exportadores harmonia com o meio ambiente. Em Bonn, Alemanha, a Comunidade Européia reunia-se em dezembro para oficializar o selo ecológico. De 1988 até 1993, as empresas catarinenses - no primeiro ano o prêmio abrangia apenas SC - haviam investido cerca de 150 milhões de dólares em programas de recuperação ambiental e queixavam-se de que o poder público não fazia o mesmo - as prefeituras não resolviam os problemas dos lixões e apenas 6,4% da população catarinense era atendida por redes de esgoto.

Alguns dos maiores investimentos privados eram das indústrias têxteis - 38 empresas investiram 25 milhões de dólares em moderníssimas estações de tratamento - principalmente no Vale do Itajaí (nordeste de SC), considerado o segundo maior pólo têxtil do mundo. No Vale do rio do Peixe (meio oeste de SC), as empresas investiram quase 50 milhões de dólares, e suas águas, que nas décadas anteriores haviam assumido uma cor avermelhada, coberta de espuma amarela, tornaram-se mais límpidas e atraíram de volta os pescadores. Começavam a surgir movimentos não-governamentais mais organizados e os ecologistas amadores a se tornar mais profissionais.

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