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Ano a ano, um resumo das edições de Expressão
geradas a partir das realizações do Prêmio.
Uma seqüência que ilustra a evolução
do tema preservação ambiental no meio empresarial.
Desde o crescimento das imposições ambientais
para as empresas, da edição de 1993, até a consolidação de sólidas gestões empresariais que prestigiam anualmente a maior premiação ambiental da região Sul do Brasil. |
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2009-2010 - 17.º Prêmio Expressão de Ecologia
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Anuário de Sustentabilidade - Tropa de choque da solidariedade
Sintonizada com os novos tempos e com as necessidades de comunicação institucional das empresas, a Editora Expressão comemora seus 20 anos de circulação ininterrupta com mais uma inovação. O Anuário de Sustentabilidade, uma publicação em formato maior e com grande densidade de informações que condensa seus antigos anuários de Ecologia (circulando desde 1993) e de Gestão Sustentável (desde 2000) e ainda retratará os principais dados e destaques das Maiores Empresas do Sul (desde 1994) e Maiores Exportadoras Sulistas (desde 2002).
Com a missão de mostrar uma visão completa dos rumos do desenvolvimento sustentável empresarial do Sul, o anuário apresenta um inédito quadro social, ambiental e econômico da região. Seu lançamento acorreu no dia 27 de agosto de 2010, no Fórum de Gestão Sustentável, coordenado pela editora, na sede da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina - Fiesc.
A publicação destaca as ações ambientais do 17º Prêmio Expressão de Ecologia. Todos os 149 projetos participantes da maior premiação ambiental do Sul em 2009 são descritos na publicação. O Anuário também revela o perfil das empresas que se destacaram na Pesquisa de Responsabilidade Social Empresarial da Expressão.
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2008
- 16.º Prêmio Expressão de Ecologia
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A conciliação possível
O conteúdo do Anuário Expressão de Ecologia 2008 permite um vislumbre do quanto o meio ambiente está integrado ao cotidiano e ao planejamento das mais importantes organizações. O conjunto de abordagens proposto pelo Anuário demonstra que, nas empresas, as questões ambientais são do interesse da administração, da engenharia, da pesquisa e desenvolvimento, dos recursos humanos, do marketing, das relações institucionais...
A matéria sobre gestão ambiental mostra que diminuição de impactos é associada a maiores lucros operacionais. Já a que aborda a inovação aponta os esforços em tornar sustentáveis a produção e o consumo, como condição para a perpetuidade do negócio.
A matéria sobre o Diálogo Florestal relata um encontro que pareceria inusitado em outros tempos: ambientalistas e empresários trabalhando juntos para associar aumento da qualidade ambiental e crescimento econômico.
O resumo das 164 ações ambientais do Prêmio Expressão de Ecologia 2008 permite uma visão qualitativa e quantitativa das iniciativas ambientais desenvolvidas na região Sul. São conteúdos que, apreciados em conjunto, desvelam a dimensão do meio ambiente nas organizações. |
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2007
- 15.º Prêmio Expressão de Ecologia
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Meio ambiente de resultados
O Anuário Expressão de Ecologia 2007, o maior guia
ambiental da região Sul, apresenta as empresas e projetos
vencedores do 15º Prêmio Expressão de Ecologia.
A edição também revela como a década de 1990 marcou uma profunda mudança na visão e nas atitudes das empresas, dos ambientalistas e do Estado em relação ao meio ambiente. Leis mais rigorosas, mercados mais exigentes e comunidades mais conscientes determinaram os rumos das transformações na relação com o meio ambiente. Uma matéria especial sobre os 15 anos do Prêmio Expressão de Ecologia aborda os maiores vencedores em todos os anos da premiação, as categorias com maior número de inscrições e como o Prêmio acompanhou as tendências e registrou os avanços das empresas do Sul.
Outras matérias retratam o conceito da sustentabilidade, o envolvimento da comunidade com a preservação do meio ambiente e a suinocultura como uma fonte de energia.
A edição também apresenta uma entrevista com Aron Belinky, do Instituto Akatu, que propaga a idéia do consumo consciente e acredita que o consumidor é quem tem o poder para mudar
o mundo.
Na seção Tendências o prêmio Nobel de Química Hartmut Michel, o físico José Goldemberg e o consultor Anderson Galvão discutem o presente e o futuro dos biocombustíveis no Brasil e no mundo. |
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2006
- 14.º Prêmio Expressão de Ecologia
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Multirão
pela floresta
O Anuário Expressão de Ecologia 2006 apresenta as empresas e projetos
vencedores do 14º Prêmio Expressão de Ecologia,
além de mostrar as ações da comunidade sulista
para ajudar a combater o aquecimento e preservar o meio ambiente
do planeta.
O tema central da matéria de capa é a necessidade
de preservação dos remanescentes da mata atlântica,
com destaque para as Reservas Particulares do Partimônio
Natural (RPPNs).
Na entrevista, Miguel Calmon, Diretor do Programa de Conservação
para a Mata Atlântica da The Nature Conservancy (TNC), defende
a valorização de boas
práticas de conservação dos recursos naturais.
Na seção Tendências são debatidas as
exigências das leis ambientais e a morosidade dos processos
de licenciamento.
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2005
- 13.º Prêmio Expressão de Ecologia
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Caça ao desperdício
A publicação mostra como
algumas indústrias da região Sul estão repensando
o modo de produção, utilizando os princípios
da sustentabilidade para aumentar o prazo de validade do
próprio negócio.
No esforço de reduzir o consumo de insumos
de produção e gerar menos resíduos, os técnicos
da área ambiental estão se tornando verdadeiros caçadores
das ineficiências do processo produtivo. Com isso, ganha o
meio ambiente e ganham as empresas, que, no final, ainda contabilizam
bons resultados financeiros com a economia gerada. Agco, Fras-le
e Marcopolo são algumas das companhias gaúchas com
eficientes programas de redução do consumo de insumos
e reaproveitamento dos resíduos. É o que mostra o
Anuário Expressão de Ecologia 2005.
A publicação apresenta os cases vencedores do Prêmio
Expressão de Ecologia, que já está na 13ª
edição. Este ano foram premiados 29 projetos de empresas
e instituições, sendo 12 de Santa Catarina, dez do
Paraná e sete do Rio Grande do Sul. O Anuário foi
lançado durante o evento de entrega do Prêmio Expressão
de Ecologia, no Parque Copesul de Proteção Ambiental,
em Triunfo (RS), no dia 25 de novembro.
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Eletrosul e Eletrobrás
vão investir R$ 360 milhões para instalar biodigestores
em 19 municípios em SC e no RS |
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O Anuário também traz ampla reportagem sobre a corrida
do carbono, em que empresas e ONGs disputam para tirar do papel
projetos que possam ser enquadrados no Mecanismo de Desenvolvimento
Limpo, que permite a venda dos créditos gerados por projetos
que reduzam as emissões dos gases do efeito estufa ou seqüestrem
carbono da atmosfera. O Brasil já tem 83 projetos em fase
de validação no MDL. No Sul, Sadia e Eletrosul já
têm programas para instalar biodigestores em granjas de suínos
de modo a reaproveitar os resíduos dos animais para gerar
biogás e, posteriormente, comercializar os créditos
de carbono.
Suinocultura
- Com 14,3 milhões de cabeças de suínos,
a região Sul concentra metade do rebanho brasileiro e responde
por 73% das exportações nacionais de carne suína.
No entanto, essa rentável atividade econômica tem sido
a principal causa de contaminação dos mananciais nas
regiões onde a produção está concentrada
– Oeste e Sul de Santa Catarina, regiões da Serra e
das Missões, no Rio Grande do Sul, e Oeste e Sudoeste do
Paraná. No Oeste catarinense, estima-se que 90% das fontes
superficiais de água estão impróprias para
o consumo. Para resolver o problema, Ministério Público,
indústrias, produtores e associações de classe
assinaram um Termo de Ajuste de Conduta com prazo até 2007
para que todas as propriedades se adequem à legislação
ambiental.
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Pioneirismo nacional da
CEEE: uso de postes de eucaliptos plantados em substituição
aos postes de concreto |
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Energia
- As empresas do setor
elétrico estão cada vez mais preocupadas em adotar
uma postura de responsabilidade ambiental que vá além
das compensações legais decorrentes da atividade de
geração, distribuição ou transmissão
de energia. Assim, a CEEE potencializa o uso de postes de madeira
reflorestada num claro compromisso com a sustentabilidade no longo
prazo, já que os postes de eucalipto não utilizam
matérias-primas da mineração e na sua fabricação
é muito menor o uso de energia em relação aos
postes de concreto.
A RGE, por sua vez, investe em campanhas de reposição
florestal na sua área de abrangência, além de
ter implantado o projeto de logística reversa, que reaproveita
os materiais recolhidos durante o processo de manutenção
das linhas de transmissão. Com a coleta, reciclagem e reaproveitamento
de materiais a RGE deixou de gastar R$ 5,3 milhões em 2004.
Este ano, até agosto, a economia já havia chegado
a R$ 6,7 milhões.
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Na Big Timber, material
reciclado vira brinquedos e jogos pelas mãos dos adolescentes
do Projeto Pescar |
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Reciclagem
- O Anuário mostra como o tema da categoria
estreante no Prêmio Expressão de Ecologia avança
rapidamente no Brasil impulsionada pela criatividade de empresas
e ONGs que bancam projetos que aliam educação ambiental
com inclusão social. Outro assunto da publicação
é o aumento da militância ambiental, em que é
cada vez maior o número de pessoas, ONGs e empresas com intensa
atuação na área ambiental. Na maior parte dos
casos, há um esforço para aliar programas de educação
ambiental com ações concretas de preservação
da flora e da fauna e recuperação de áreas
degradadas.
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Claudio Langone |
Entrevista
- O entrevistado do Anuário Expressão
de Ecologia é o gaúcho Claudio Langone, que já
foi Secretário Estadual do Meio Ambiente do Rio Grande do
Sul e atualmente ocupa o cargo de Secretário Executivo do
Ministério do Meio Ambiente. Langone fala do desmatamento
da Amazônia, da criação de novas áreas
de conservação, de licenciamento ambiental, do diálogo
com o setor empresarial e do projeto de lei que proíbe definitivamente
a importação de pneus usados.
Tendências
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No espaço para o debate, o Anuário de Ecologia aborda
o tema da gripe do frango e dos riscos de um possível surto
da doença no Brasil, hoje o maior exportador mundial de carne
de aves e o único dos grandes produtores mundiais a não
ter registrado nenhum caso da doença. O assunto é abordado
por Liana Brentano, pesquisadora da Embrapa Suínos e Aves;
Vladimir do Nascimento, médico-veterinário da Universidade
Federal do Rio Grande do Sul e membro do Comitê Estadual de
Sanidade Avícola, e por Osler Desouzart, consultor da OD Consulting.
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2004
- 12.º Prêmio Expressão de Ecologia
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| Produção
Limpa muda processos e produtos
Um número cada vez maior de indústrias está
adotando os conceitos da Produção Mais Limpa. Ou seja:
fazem mudanças profundas nos processos de produção
e até nos produtos, com o objetivo de racionalizar o consumo
de matéria-prima, energia e água e evitar a geração
de resíduos. É o que mostra uma das reportagens do
Anuário Expressão de Ecologia 2004.
A edição apresenta os cases vencedores do 12º
Prêmio Expressão de Ecologia. Este ano foram premiadas
24 empresas e instituições, sendo 14 de Santa Catarina,
sete gaúchas e três paranaenses.
O Anuário traz também reportagens especiais sobre
o lixo urbano, reciclagem, coleta de embalagens de agrotóxicos
e a expansão da certificação florestal pelas
normas do Forest Stewardship Council (FSC). A explosão dos
programas e projetos voltados à educação ambiental
de crianças e adultos, tanto nas empresas como nas instituições
públicas e ONGs, é outro tema tratado na edição.
A reportagem sobre a água mostra os gargalos hídricos
do Sul, com os problemas que afetam a qualidade dos mananciais nas
principais bacias hidrográficas dos três estados. Na
entrevista especial, o diretor-superintendente da Copesul, Luiz
Fernando Cirne Lima, fala sobre os desafios da sociedade para adotar
padrões de produção e de consumo menos danosos
ao ambiente. A edição teve lançamento oficial
durante a cerimônia de entrega de troféus aos premiados,
realizada na sede da empresa Vega do Sul, em São Francisco
do Sul (SC).
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2003
- 11.º Prêmio Expressão de Ecologia
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| A vez da
água
A reportagem de capa do Anuário Expressão de Ecologia
2003 revela que já existe uma preocupação com
a preservação e despoluição dos recursos
hídricos no Brasil, especialmente no Sul do país.
Há boas expectativas de investimento em saneamento e - por
pressão da sociedade - o tema deverá aparecer forte
nas eleições municipais. Paralelamente, mecanismos
como as Parcerias Público-Privadas (PPPs), devem injetar
alguns milhões de dólares em obras no setor. O saneamento
básico é um dos principais vilões na poluição
das bacias sulistas. Nesta edição, o anuário
traça um panorama dos principais problemas que cada uma enfrenta.
Dar à água um valor, por meio da outorga de uso,
é outro mecanismo que em breve poderá contribuir para
a preservação do recurso. De olho no aumento do custo
de produção, empresas já começam a criar
formas de reaproveitar o líquido, reduzir seu consumo e despoluir
efluentes. Uma boa parte dos cases inscritos este ano no Prêmio
Expressão de Ecologia é relacionada a um desses pontos.
O Anuário Expressão de Ecologia traz ainda reportagem
exclusiva sobre o apagão florestal no Sul do país.
O consumo de madeira reflorestada na região é maior
que a velocidade com que a natureza consegue repor os estoques.
Com isso, segundo especialistas, a região sofrerá
de déficit total na matéria-prima ainda nesta década.
Além das reportagens que retratam os 25 cases vencedores
do 11º Prêmio Expressão de Ecologia, na edição,
Cláudio Nunes, gerente corporativo de SMS da Petrobras, fala
da revolução que transformou a proteção
ao meio ambiente em uma das prioridades da empresa. Já na
seção Tendência, o secretário da Qualidade
de Joinville, Ivo Gramkow, afirma que a idéia de que fazer
saneamento não dá votos é coisa do passado.
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| 2002
- 10.º Prêmio Expressão de Ecologia
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A ecologia conquista território
Marco dos dez anos do Prêmio Expressão
de Ecologia, a edição de 2002 de Expressão dedicada
ao tema teve como principal assunto a consolidação da
gestão ambiental entre as empresas da Região Sul. A
matéria de capa da revista traçou um diagnóstico
dos avanços alcançados pelas companhias sulistas, que
ao longo dos 10 anos de realização do Prêmio evoluíram
das ações pontuais, como a construção
de estações de tratamento de efluentes, para um conceito
mais amplo, que agrega a questão da responsabilidade ambiental
a todos os setores e à própria filosofia das empresas.
Além de destacar os cases que foram vencedores da 10º
edição do Prêmio, a revista aborda temas que merecem
destaque dentro da evolução das ações
desenvolvidas pelas empresas e voltadas aos públicos interno
e externo. Nessa temática, um dos pontos altos são as
ações voltadas à educação ambiental,
com programas nascidos no Sul, que são exemplo e acabaram sendo
disseminados para o resto do país. Outro destaque da edição
são os projetos desenvolvidos por empresas sulistas e voltados
à conservação do mais valioso recurso natural
e que torna-se cada vez mais precioso: a água. Também
o avanço da biotecnologia, principalmente com a utilização
do controle biológico de pragas, mereceu atenção
especial. Além disso, a edição traz resumos dos
cases vencedores do Prêmio Expressão de 1993 a 2001.
Em 10 anos, a premiação teve 681 cases inscritos e 193
premiados.
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| 2001
- 9.º Prêmio Expressão de Ecologia
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Ninhada Verde
Principal assunto da edição, a
matéria sobre educação ambiental revela o avanço
das ações desenvolvidas por empresas, entidades e escolas
sulistas e que resultam numa geração pioneira de um
milhão de jovens, formada dentro dos conceitos de responsabilidade
ecológica. Mais do que apenas preocupar-se
com a conscientização de seu público interno,
as empresas ultrapassaram os limites de seus muros e envolvem-se
cada vez mais em parcerias voltadas à capacitação
de professores, desenvolvimento de projetos voltados ao público
escolar e à comunidade em geral. E com a utilização
das mais variadas ferramentas, como cursos, exposições,
encenações teatrais, passeios por trilhas interpretativas,
apresentações de vídeos, concursos, distribuição
de cartilhas, além de envolvimento em projetos de reciclagem
de lixo, recuperação de áreas degradadas ou
cursos d'água atingidos por poluentes e de preservação
de espécies ameaçadas.
Um panorama do ecobusiness no Sul do Brasil é
outro dos assuntos da edição. Os reflexos na região
Sul do mercado ambiental nacional, que movimentará mais de
US$ 3 bilhões neste ano e os desafios das empresas para manter
suas equipes motivadas em relação às exigências
da gestão ambiental.
Outra reportagem da edição retrata
uma tendência que ganha cada vez mais espaço no Sul.
A das empresas especializadas em coletar e tratar resdíduos
industriais. Também casos de empresas que se uniram para
encontrar soluções comuns a seus problemas de destinação
final adequada de rejeitos de produção. Um reflexo
do desenvolvimento da consciência do empresariado sulista
diante da necessidade de reduzir os impactos de suas atividades
na natureza.
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| 2000
- 8.º Prêmio Expressão de Ecologia
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Reciclagem, a natureza agradece
No limiar do novo século, a gestão
ambiental já tinha se tornado preocupação permanente
das grandes empresas e passava a fazer parte do cotidiano das companhias
de médio e pequeno portes, em busca da certificação
ISO 14000, fundamental para os produtos exportados. E outro tema entra
na ordem do diana questão ambiental, a necessidade de reaproveitamento
de recursos. Em 2000, o final do milênio
apontava para a necessidade da reciclagem. As razões são
mais do que óbvias. Vivemos em um planeta que, como qualquer
outro, tem recursos limitados. Então, nada mais sensato que,
em vez de atulhar a Terra com lixo, reaproveitar ao máximo
todos os materiais usados de alguma forma. É ecológico,
gera renda e atenua o grave problema dos lixões.
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| 1999
- 7.º Prêmio Expressão de Ecologia
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Água
Vale Ouro
Mais uma vez apontando os caminhos necessários,
o Prêmio trouxe como destaque a discussão sobre os recursos
hídricos e a urgência de uma gestão responsável
e inteligente. Preservar os cursos d'água já tinha deixado
de ser um ato de consciência para se tornar um imperativo de
sobrevivência. O final de década mostrou essa evolução,
com os exemplos de empresas que passaram de poluidoras de rios a defensoras
intransigentes do meio ambiente, como ocorreu em Blumenau e Joinville.
Com o título "Água Vale Ouro",
Expressão reproduziu a frase do vice-presidente do Banco
Mundial: "O século XX viu guerras causadas por diferenças
ideológicas, religiosas, políticas e pelo controle
das reservas de petróleo. Já o século XXI poderá
ser dominado por conflitos provocados pela escassez de outro líquido,
a água".
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| 1998
- 6.º Prêmio Expressão de Ecologia
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Educação Ambiental
- A multiplicação da concorrência
Empresas, ONGs, governo e as comunidades começam
a apostar com mais decisão na educação ambiental,
percebendo que recuperar e preservar a natureza é inviável
sem o engajamento ativo da população. O Prêmio
Expressão de Ecologia destaca as várias iniciativas
nessa área. Superadas as fases
iniciais da conscientização das empresas, em 1998
a educação ambiental era o foco da preocupação
das pessoas envolvidas nessa batalha permanente. Envolver e conquistar
a população na luta para garantir um mundo melhor
às gerações futuras passou a ser uma das prioridades.
Ações nesse sentido eram desenvolvidas por empresas,
ONGs e poder público, em iniciativas permanentes.
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| 1997
- 5.º Prêmio Expressão de Ecologia
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Gestor Ambiental - Você
é?
A chegada para valer da ISO 14000 consagrou
a gestão voltada para o meio ambiente como a filosofia a
ser apreendida pelas empresas. É o caminho que oferece, ao
mesmo tempo, integração com o meio ambiente, a chave
para abrir as portas do almejado desenvolvimento sustentável.
Em 1997, o Prêmio consagrou a gestão
ambiental como o caminho para consolidar a filosofia ecológica
nas empresas. As ações de preservação
passaram a fazer parte do valor agregado dos produtos. E o que antes
parecia apenas fonte de despesa tornou-se investimento de marketing.
Nesse mesmo ano, a Confederação Nacional da Indústria
(CNI), com o know-how do Prêmio Expressão, criou seu
prêmio de ecologia. O jurado que a representava em nosso prêmio,
Carlos Regazzi, foi o criador e coordenador do CNI de Ecologia -
que sempre teve como ganhadores, empresas do Sul que no ano anterior
haviam ganhado o Expressão.
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| 1996
- 4.º Prêmio Expressão de Ecologia
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Lixo Industrial - O Próximo
Desafio
Consolidados os investimentos das principais indústrias
em sistemas de tratamento de efluentes líquidos, criou-se
um novo problema. As estações retêm um lodo
que nada mais é do que poluição concentrada,
sem lugar adequado para sua destinação final. Começam
a surgir os primeiros aterros industriais para esses perigosos resíduos.
No ano de 1996 o Prêmio Expressão de
Ecologia tornou-se o maior do país na área empresarial.
Os problemas tornaram-se cada vez mais complexos, numa demonstração
clara de que estava acontecendo uma evolução na solução
das questões ambientais na região sul. As grandes
indústrias reduziram a carga poluidora de seus efluentes
líquidos, mas isso gerou resíduos que em sua maioria
não têm uma destinação final adequada.
A indústria Döhler, de Joinville (SC), ganhou o prêmio
máximo na edição do prêmio daquele ano
por fechar todo o ciclo de tratamento, construindo seu próprio
aterro para resíduos - ela estava pronta para receber a certificação
ISO 14000.
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| 1995
- 3.º Prêmio Expressão de Ecologia
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Empresários x Ambientalistas
Começava um diálogo mais amplo entre ambientalistas
e empresários. Enquanto o ecologista radical dava vez a ONGs interessadas
em firmar parcerias com o setor produtivo, empresários de todos
os setores apoiavam inúmeros projetos ambientais. A Fundação O Boticário,
de Curitiba, financiara até então centenas de projetos com mais
de US$ 1 milhão e meio.
Muitas empresas começaram a bancar projetos
de educação ambiental comunitários, como Souza Cruz. O prêmio passou
a abranger também o Rio Grande do Sul. Em vez de considerarem incompatível
qualquer atividade econômica com o meio ambiente, ou de pregarem
uma ruptura com o atual modelo econômico, a maioria dos ambientalistas
passou a atuar na mediação, tentando minimizar os impactos e aumentar
a conscientização. Os empresários hastearam a bandeira verde, apossaram-se
do discurso do desenvolvimento sustentado, passaram a investir milhões
em cuidados ambientais e a postura ecologicamente correta transformou-se
em poderoso instrumento de marketing.
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| 1994
- 2.º Prêmio Expressão de Ecologia
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A era do ecobusiness
As imposições ambientais exigiam
investimento pesado, o que resultava num impressionante mercado estimado
em US$ 450 bilhões em todo o planeta. Expressão adiantava
como seriam e o que exigiriam as normas ISO 14000 e de que maneira
elas iriam mudar a vida das empresas. A Hering implantava um sistema
de gestão ambiental que culminaria, em 1997, na certificação
ISO 14001. O prêmio passou a abranger também o Paraná.
O s empresários com fortes investimentos em ecologia seguiam
queixando-se da falta de fiscalização do governo em
empresas concorrentes poluidoras, que assim tinham custos menores.
A ecologia já era um importante fator da
economia e começava-se a descobrir que era preciso mexer
em toda a produção, e não apenas tratar os
efluentes na saída dos canos. Examinando o que era jogado
fora, muitas empresas passaram a economizar matérias-primas
caras, que podiam ser reaproveitadas ou usadas em menor quantidade.
Várias empresas passaram a transformar resíduos industriais
em subprodutos, gerando dinheiro para abater o custo das estações
de tratamento. Entrava-se na era do ecobusiness. Os milionários
investimentos mundiais envolvendo controle ambiental já faturam
mais que a indústria bélica e no Brasil movimentam
mais de US$ 1 bilhão anuais.
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| 1993
- 1.º Prêmio Expressão de Ecologia
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O Fator Verde
Multiplicavam-se as barreiras comerciais não-tarifárias
que cobravam dos exportadores harmonia com o meio ambiente. Em Bonn,
Alemanha, a Comunidade Européia reunia-se em dezembro para
oficializar o selo ecológico. De 1988 até 1993, as empresas
catarinenses - no primeiro ano o prêmio abrangia apenas SC -
haviam investido cerca de 150 milhões de dólares em
programas de recuperação ambiental e queixavam-se de
que o poder público não fazia o mesmo - as prefeituras
não resolviam os problemas dos lixões e apenas 6,4%
da população catarinense era atendida por redes de esgoto.
Alguns dos maiores investimentos privados
eram das indústrias têxteis - 38 empresas investiram
25 milhões de dólares em moderníssimas estações
de tratamento - principalmente no Vale do Itajaí (nordeste
de SC), considerado o segundo maior pólo têxtil do
mundo. No Vale do rio do Peixe (meio oeste de SC), as empresas investiram
quase 50 milhões de dólares, e suas águas,
que nas décadas anteriores haviam assumido uma cor avermelhada,
coberta de espuma amarela, tornaram-se mais límpidas e atraíram
de volta os pescadores. Começavam a surgir movimentos não-governamentais
mais organizados e os ecologistas amadores a se tornar mais profissionais.
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Editora Expressão
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