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Apremavi foi uma das vencedoras do Prêmio Expressão de Ecologia 2007 com um projeto chamado Planejando Propriedades e Paisagens. Cerca de 90% dos imóveis rurais de Santa Catarina têm área inferior a
50 hectares. A idéia geral do projeto é desenvolver e implantar modelos de propriedades rurais catarinenses que associem conservação da mata atlântica com geração de renda e melhoria da qualidade de vida.
Em princípio o projeto conseguiu envolver apenas 35 pequenos produtores, que representam muito pouco diante da magnitude da devastação da mata atlântica no estado (restaram 17,5%, porém a grande maioria representada por florestas secundárias). O número de produtores envolvidos não reflete falta de interesse, mas sim limitações
estruturais da ONG.
Por isso Miriam Prochnow, fundadora e conselheira da Apremavi, sonha que um dia os ditames do programa possam se tornar uma política pública. Seria um excelente negócio, a julgar pelas imagens estampadas nesta reportagem que mostram como eram as propriedades antes e depois da adesão ao programa.
Dentre as atividades desenvolvidas no município de Atalanta (SC) destacam-se a implantação de florestas nativas com potencial econômico, atividades de agroturismo e paisagismo. A Apremavi forneceu planejamento, sementes e assistência técnica, dentre outras coisas.
E como a procura tanto em Atalanta como em outras regiões foi maior do que a oferta, a ONG acabou estendendo o projeto por meio da doação de mudas e realização de visitas técnicas. Além disso conseguiu viabilizar a confecção de kits com modelos de planejamento de propriedades, que envolveu a produção de 5 mil cartilhas, 3 mil cartazes e 4 mil jogos educativos, além de CD, site e edição de um livro.
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Mudanças: como era a propriedade no dia da visita de planejamento da Apremavi e como ficou depois |
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