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Frasson no banco feito de borra de café e resíduos plásticos pela Iguaçu, material que também virou apoio para pallets: fim a passivo
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Sustentabilidade custa caro?
Mas desenvolver uma política de sustentabilidade deve custar caro e trazer pouco retorno. Será? Frasson tem uma história que vai de encontro a isso. Para implantar os procedimentos necessários à certificação da ISO 14000, a Iguaçu gastou em torno de R$ 600 mil. Reduziu o consumo de insumos, água e energia e a geração de resíduos. Resultado: economia de R$ 2,4 milhões por ano.
E nessa batalha contra a agressão ao ambiente, a inovação é uma ferramenta valiosa. A Café Iguaçu, por exemplo, trocou uma parte da sua matriz energética de óleo por borra de café, que antes servia para adubar cafezais. Além do custo do transporte até as lavouras, isso representava um risco para a imagem da empresa, já que poderia ser responsabilizada por qualquer incidente com o material – como contaminação do solo ou dos rios. Na dúvida sobre o que fazer com o resíduo, surgiu a idéia de queimá-lo para gerar energia. O primeiro obstáculo foi retirar completamente a umidade. Feito isso, a borra de café passou a ser uma biomassa capaz de gerar energia, assim como o bagaço da cana-de-açúcar e outros resíduos orgânicos.
Banco de café
Frasson nota que a queima de borra de café até expele CO2 (gás carbônico), mas é o que se chama de “CO2 limpo”, por já estar no ambiente – ao contrário do gerado pelos combustíveis fósseis, como o petróleo, que são inseridos no sistema. Mas, além disso, a borra de café se tornou matéria-prima para a construção de apoios para pallets na indústria e até para bancos de praça. Feitos com borra de café e resíduos de plásticos utilizados na indústria, os bancos produzidos por uma empresa do Rio de Janeiro vão acomodar os cidadãos de Cornélio Procópio (PR), onde a Iguaçu é sediada, na praça principal da cidade.
Se o seu projeto ambiental também colabora com o Desenvolvimento Sustentável da região Sul, participe do 16º Prêmio Expressão de Ecologia e inscreva-se gratuitamente na maior premiação ambiental do Sul até o dia 15 de agosto de 2008.
Fonte: Anuário Expressão de Ecologia 2007
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