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| Jurados do 15º Prêmio Expressão de Ecologia |
| 1) |
Adão José Laslowski
- Instituto Ambiental do Paraná - IAP/PR |
| 2) |
Antônio Odilon Macedo
- Diretor da Associação Brasileira de Consultores de Engenharia – ABCE
- Consultor da Editora Expressão – Coordenador do júri |
| 3) |
Janice Mileni Bogo
- Escola Superior de Administração e Gerência – ESAG da Universidade do Estado de Santa Catarina - Udesc |
| 4) |
Márcio Schneider
- Tecnologias Ambientais - Tecnoamb |
| 5) |
Túlio Antônio de Amorim Carvalho
- Fundação de Economia e Estatística – FEE/RS
- Caixa Econômica Federal do RS |
| 6) |
Isolete Dozol
- Consultora ambiental |
| 7) |
Fernando Diehl
- Presidente da Associação Brasileira de Oceanografia – Aoceano
- Associação Latino-Americana de Pesquisadores de Ciências do Mar – Alicmar |
| 8) |
Carlos Henrique Orssatto
- Universidade do Sul de SC - Unisul |
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Luiz Antônio Garcia Corrêa
- Fundação do Meio Ambiente de SC - Fatma |
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Murilo Meyer
- Consultor ambiental |
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Ecologia profissional
Edição de 2007
reconhece efetividade
e descentralização
Pela primeira vez em 15 anos, um projeto da categoria Educação Ambiental conquistou o Prêmio Especial do júri do Prêmio Expressão de Ecologia. É a máxima tradução de que a qualidade dos trabalhos apresentados nessa categoria atendeu às expectativas dos jurados. Educação Ambiental vem concentrando a maior concorrência nas últimas edições da premiação, com o crescente número de projetos inscritos desde 2003. O case sobre o Programa Trainee em Meio Ambiente, da Fundação O Boticário, premiado na categoria especial, atendeu uma necessidade antevista pelo júri para a região, a da profissionalização para o planejamento e a organização das ações de educação ambiental.
“Estávamos no intervalo da reunião do júri conversando sobre a carência da região Sul nesse tipo de projeto. Quando retomamos os trabalhos, lemos o case da Fundação O Boticário e vimos que era exatamente o que estávamos esperando”, descreve o coordenador do júri, Antonio
Odilon Macedo.
Além dos avanços de qualidade na categoria Educação Ambiental, esta 15ª edição do prêmio demonstra a consistência dos projetos ambientais que partem dos três setores. Os cases de empresas privadas, instituições públicas e ONGs comprovam que a região Sul está superando os desafios em cada uma das áreas.
Os projetos SIGA – Sistema Integrado de Gestão Ambiental, da Secretaria de Meio Ambiente do Rio Grande do Sul, e Cidade Limpa, da prefeitura de Osório (RS), traduzem uma tendência apresentada pelo prêmio já em edições anteriores, a da descentralização das ações ambientais por parte do poder público. “Dos três estados, o Rio Grande do Sul é o que se mostra mais sintonizado com essa tendência. A responsabilidade está sendo compartilhada, ao mesmo tempo em que o governo estadual confere poder aos municípios”, afirma Macedo.
Entre as ONGs, o desafio parecia ser a realização de projetos com maior sobrevida. As entidades que conseguiram alcançar esse objetivo o fizeram por meio das parcerias e da profissionalização do voluntariado. É o caso da Associação de Preservação do Meio Ambiente do Alto Vale do Itajaí (Apremavi), que venceu a categoria Conservação de Recursos Naturais com o projeto Planejando Propriedades e Paisagens. O trabalho desenvolve e implanta modelos de propriedades sustentáveis, buscando a conservação da mata atlântica por meio de alternativas econômicas ambientalmente corretas. “A Apremavi é uma ONG referência em Santa Catarina e no Brasil”, diz Macedo. Nessa linha, os 30 cases vencedores mais uma vez demonstram que a premiação acompanha e aponta as principais tendências e desafios para o desenvolvimento sustentável na região Sul.
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