07/01/2015 Catástrofes naturais de 2014 foram menos destrutivas que em outros anos

Catástrofes naturais de 2014 foram menos destrutivas que em outros anos

Construções em porto Mazatlán, no noroeste do México, ficam destruídas após a passagem do furacão Norbert. Foto: Efe.

As catástrofes naturais registradas em 2014 provocaram menos mortes e danos materiais que nos últimos trinta anos, constata a resseguradora Munich Re em um documento publicado no dia 7/1 (quarta-feira).

 

A gigante alemã dos resseguros, cujo estudo anual é uma referência no tema, calcula que os custos acumulados pelas catástrofes no ano passado chegaram a US$ 110 bilhões (93 bilhões de euros), menos que no ano anterior (US$ 140 bilhões), e que a média dos últimos trinta anos.

 

O mais destrutivo e caro foi o ciclone Hudhud, que atingiu a Índia, com um custo de US$ 7 bilhões.

 

Os desastres de 2014 provocaram 7.700 mortes. Com 665 vítimas, as inundações na Índia e no Paquistão em setembro foram as mais mortíferas. O número de mortos registrados nas catástrofes naturais caiu significativamente em relação a 2013 (21.000) e à média dos últimos anos, e se situa no nível de 1984.

 

Estes dados são uma boa notícia, comenta em um comunicado Torsten Jeworrek, membro da direção da Munich Re, e são explicados, entre outras coisas, pelas medidas preventivas adotadas pelas autoridades, como na Índia com a chegada do ciclone Hudhud ou nas Filipinas antes do tufão Hagupit.

 

A temporada de furacões na América do Norte e Central foi relativamente tranquila, já que foram registrados oito furacões violentos contra os 11, em média, ocorridos entre 1950 e 2013.

 

Mas os dados de 2014 "não permitem criar a ilusão de segurança", afirma Jeworrek, que adverte "que não há razão para esperar uma evolução similar em 2015".

 

Dos US$ 110 bilhões em danos constatados no ano passado, apenas US$ 31 bilhões (26 bilhões de euros) estavam assegurados. A catástrofe natural mais cara, uma tempestade no Japão que esteve acompanhada por fortes nevascas, teve um custo para as companhias de seguros de US$ 3,1 bilhões.

Fonte: AFP.




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