07/07/2014

Com apoio do Banco Mundial, Rio Grande do Sul fortalece sua gestão fiscal e de recursos hídricos

Em meio a intenso calor, crianças se divertem na Ilha da Pintada, em Porto Alegre. Foto: Eduardo Aigner/CC.

O estado do Rio Grande do Sul recebeu um empréstimo de 280 milhões de dólares do Banco Mundial para fortalecer a gestão fiscal e aperfeiçoar o seu sistema de administração de recursos hídricos. Essa ajuda financeira, anunciada no final de junho, ajudará no controle das secas para incentivar a produção agrícola e o crescimento econômico no estado.


Ao longo da metade da última década, o estado foi afetado por intensas e contínuas secas, sendo que a mais grave ocorreu em 2012 e afetou 1,8 milhão de pessoas. Esses eventos causaram grandes danos ao desenvolvimento e à produção agrícola do Estado, onde o agronegócio responde por 30% do PIB. No entanto, questões fiscais impedem o Estado de realizar os investimentos necessários para minimizar o impacto do índice irregular de chuvas, o que restringe o potencial de crescimento da economia e diminui a receita fiscal.


“Estamos sempre em busca de novas ferramentas para qualificar a gestão em todas as áreas”, afirmou Tarso Genro, governador do Rio Grande do Sul. “Ao estabelecer mais esta parceria com o Banco Mundial, seremos ainda mais eficazes na gestão fiscal, que tem reflexões diretos na melhor prestação de serviços aos cidadãos e cidadãs do Rio Grande do Sul.”


Com relação à gestão fiscal, o empréstimo apoia o aperfeiçoamento das políticas associadas ao gasto tributário, à arrecadação de impostos atrasados, às aquisições públicas, aos relatórios de custos e aos passivos contingentes. Na área de recursos hídricos, o projeto respalda a promoção da agricultura irrigada sustentável, adaptando o programa de irrigação Mais Água, Mais Renda às políticas de gestão dos recursos hídricos.


“O Rio Grande do Sul fez um grande esforço para melhorar os seus sistemas fiscais e a oferta de serviços. Este novo projeto fortalecerá a capacidade do Estado para investir em uma área que é essencial ao seu crescimento”, afirmou a diretora do Banco Mundial para o Brasil,  Deborah L. Wetzel. “Acreditamos que este empréstimo poderá ampliar ainda mais as oportunidades econômicas para a população do Estado, especialmente as camadas mais pobres, que são mais afetadas pela falta de uma gestão hídrica eficiente.”

Fonte: ONU Brasil.




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