10/05/2016 OMS está confiante de que Brasil vai conseguir manter zika sob controle durante Olimpíadas

OMS está confiante de que Brasil vai conseguir manter zika sob controle durante Olimpíadas

Laboratório do Centro de Pesquisa Aggeu Magalhães, da Fundação Oswaldo Cruz, em Recife. Foto: UNICEF/BRZ/Ueslei Marcelino.

Controle de vetores foi considerado “essencial” pela Organização Mundial da Saúde em pronunciamento nesta terça-feira. Agência da ONU acredita que o Brasil está “fazendo o máximo” para combater a doença. OMS destacou também importância de medidas individuais de prevenção para turistas, como uso de repelentes e telas contra mosquitos.

 

A Organização Mundial da Saúde (OMS) destacou nesta terça-feira (10) que está confiante de que autoridades do Brasil estão “fazendo o máximo” para manter sob controle os vetores do vírus zika durante as Olimpíadas. O monitoramento das vias de transmissão da doença foi considerado “essencial” pela agência da ONU.

 

O organismo internacional ressaltou ainda que, para os turistas que vierem assistir aos Jogos, “medidas de proteção pessoais” também são fundamentais. Entre as recomendações da OMS, estão o uso de repelentes e de telas nas janelas e a utilização de aparelhos de ar condicionado — em vez de deixar as janelas abertas, quando estas estiverem desprotegidas.

 

A agência da ONU também indicou que as pessoas durmam em espaços fechados e protegidos com telas contra mosquitos durante sua estadia no Brasil.

 

Às mulheres grávidas, a OMS recomendou que busquem aconselhamento junto a profissionais de saúde.

 

Viajantes que estiverem voltando do Brasil devem praticar sexo seguro por um período de quatro a seis semanas após episódios em que se suspeite ter sido mordido por um mosquito portador do zika.

 

Segundo o representante da OMS, Christian Lindmeier, medidas de prevenção pelas autoridades e organizadores dos Jogos, combinadas ao monitoramento durante o retorno dos turistas, são fundamentais, embora quase 80% das pessoas infectadas não apresentem sintomas. Lindmeier reiterou o fato de que o zika é uma doença que o mundo ainda está conhecendo.

 

Casos da infecção não estão sendo contados, pois é impossível acompanhar e registrar todas as mordidas de mosquito, informou o representante da agência da ONU.

 

No que diz respeito aos casos de microcefalia, 1.271 já foram verificados no Brasil até 5 de maio. Na Colômbia, foram registrados sete casos. Em Cabo Verde, três. Na Polinésia Francesa (França), oito. Na Maritinica, dois. No Panamá, quatro. Nos Estados Unidos, dois.

Fonte: ONU Brasil.




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