10/11/2017 Região metropolitana de Florianópolis ocupa 1º lugar em ranking de desenvolvimento humano

Região metropolitana de Florianópolis ocupa 1º lugar em ranking de desenvolvimento humano

Vista de Florianópolis, Santa Catarina. Foto: EBC.

A Fundação João Pinheiro (FJP), o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) acabam de lançar novos dados para o Atlas do Desenvolvimento Humano nas Regiões Metropolitanas Brasileiras.

 

Nesta nova fase, o site do Atlas (www.atlasbrasil.org.br) recebeu indicadores de quatro regiões metropolitanas: Florianópolis (SC), Grande Teresina (PI), Juazeiro-Petrolina (BA/PE) e Sorocaba (SP). As quatro novas regiões somam-se a outras 20 cujos indicadores foram divulgados entre 2014 e 2015.

 

A Fundação João Pinheiro (FJP), o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) acabam de lançar novos dados para o Atlas do Desenvolvimento Humano nas Regiões Metropolitanas Brasileiras.

 

Nesta nova fase, o site do Atlas (www.atlasbrasil.org.br) recebeu indicadores de quatro regiões metropolitanas: Florianópolis (SC), Grande Teresina (PI), Juazeiro-Petrolina (BA/PE) e Sorocaba (SP). As quatro novas regiões somam-se a outras 20 cujos indicadores foram divulgados entre 2014 e 2015.

 

Mais uma vez, os dados confirmam os avanços nos indicadores socioeconômicos brasileiros entre 2000 e 2010. O Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) e a maioria dos outros 200 indicadores socioeconômicos levantados cresceram nas quatro regiões pesquisadas.

 

Atualmente, as regiões metropolitanas de Grande Teresina e Sorocaba se encontram na faixa de Alto Desenvolvimento Humano, com IDHM acima de 0,700. A região metropolitana de Florianópolis avançou 12,26% no período, ocupando o primeiro lugar no ranking. É a única região metropolitana, entre as 24 analisadas, que se encontra na faixa de Muito Alto Desenvolvimento Humano.

 

A região de Sorocaba teve aumento semelhante, de 12,22%. Já as regiões de Grande Teresina e Juazeiro-Petrolina tiveram os maiores avanços para o período. Cresceram cerca de 23%. Ainda assim, a região metropolitana de Juazeiro-Petrolina ocupa a última posição no ranking, sendo a única na faixa de Médio Desenvolvimento Humano.

 

Apesar dos avanços generalizados, a desigualdade em nível intrametropolitano ainda existe, revelando um quadro de injustiça social que persiste tanto no Sudeste/Sul como no Nordeste. A diferença na esperança de vida ao nascer, dentro da mesma região metropolitana, é de aproximadamente 6 anos em Florianópolis e em Juazeiro-Petrolina. Nas RM de Sorocaba e Grande Teresina, essa diferença pode chegar a 8 anos.

 

No campo da educação, a análise da situação nas diversas Unidades de Desenvolvimento Humano (UDH) — conceito próximo ao de bairros — mostra um panorama igualmente impactante: em Petrolina-Juazeiro, por exemplo, enquanto em algumas áreas cerca de 87% das pessoas com 18 anos ou mais possuem o ensino fundamental completo, em outras áreas esse percentual fica entre 15%, aproximadamente.

 

Se o indicador analisado é a renda per capita média mensal das pessoas, a desigualdade também aparece de forma marcante. Na região metropolitana de Grande Teresina, a renda per capita mensal vai de 167 reais a pouco mais de 3,3 mil reais. Na região metropolitana de Sorocaba, a renda mensal per capita varia entre 420 e 3,5 mil reais, aproximadamente. Nas áreas mais abastadas de Florianópolis, a renda mensal per capita supera os 5,3 mil reais, ficando entre 400 e 500 reais nas áreas menos favorecidas.

 

IDHM

 

O Índice de Desenvolvimento Humano Municipal é um indicador que vai de 0 a 1. Quanto mais próximo de 1, maior o desenvolvimento humano de uma unidade federativa, município, região metropolitana ou unidade de desenvolvimento humano. Distribui-se em cinco faixas de classificação: muito baixo, baixo, médio, alto e muito alto desenvolvimento humano. O índice considera três dimensões para o seu cálculo: renda, saúde e educação.

Fonte: ONU Brasil.




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