11/04/2014

Custo do gás de xisto deve pressionar pré-sal por mais eficiência

Empresários e especialistas debateram o tema em encontro, na FIESC.
Foto:
Heraldo Carnieri.

O grande volume de investimentos previstos para a produção de óleo e gás no Brasil nos próximos anos ainda é atraente para as indústrias que querem atuar como fornecedoras do setor. Mas, novas formas de exploração do xisto, nos Estados Unidos, e da areia betuminosa, no Canadá, têm menor custo e devem pressionar o pré-sal brasileiro por mais eficiência. Este foi um dos temas debatidos na reunião do Comitê de Petróleo e Gás da Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC) na tarde desta sexta-feira (11).

"Para manter a nossa indústria viva somos obrigados a buscar fortemente a competitividade", afirmou Alberto Machado, da Abimaq. Ele destacou que, com base nos investimentos anunciados para o setor, as vendas das empresas nacionais que abastecem a cadeia produtiva têm potencial para dobrarem de tamanho nos próximos anos, chegando a R$ 14 bilhões.

Também buscando o aprimoramento da indústria, o Comitê de Competitividade em Petróleo, Gás, Naval e Offshore da FIERGS, apresentou na reunião as transformações na indústria gaúcha com o atual ciclo de investimento na cadeia de petróleo e gás. "É uma janela de oportunidade para os próximos 15, 20 anos. Mas é preciso atenção às peculiaridades do setor", destacou Marcus Coester, da FIERGS.

Finalizando a agenda da reunião, a petrolífera australiana Karoon apresentou seus planos e expectativas para exploração do campo de Kangaroo, que arrematou, em conjunto com a Petrobras, na Bacia de Santos. Localizado na altura de São Francisco do Sul, o campo possui cinco áreas de exploração.

Fonte: Fábio Almeida/ Assessoria de Imprensa da FIESC.




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