12/11/2014 Brasil contribui para o documento final em Nagoya

Brasil contribui para o documento final em Nagoya

Reforço na educação para o desenvolvimento sustentável.
Foto:
Ryohei Masukawa.

Declaração de Aichi-Nagoya foi aprovada por unanimidade na sessão plenária de encerramento da Conferência Mundial sobre Educação para o Desenvolvimento Sustentável.

 

A Conferência Mundial sobre Educação para o Desenvolvimento Sustentável (EDS) encerrou, no dia 12/11 (quarta-feira), em Nagoya, no Japão, com uma declaração solicitando medidas para reforçar e intensificar a Educação para o Desenvolvimento Sustentável (EDS), inclusive adotando o tema na agenda de desenvolvimento pós-2015.

 

A delegação brasileira composta por representantes do Ministério do Meio Ambiente (MMA), do Ministério da Educação (MEC), do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e da sociedade civil, sugeriu algumas emendas à declaração final.

 

Uma das contribuições trata do compromisso da direção geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) em assegurar recursos adequados, inclusive fundos à educação para o desenvolvimento sustentável; sendo que os educadores devem estimular um pensamento crítico e sistêmico; respeitando o conhecimento e práticas das comunidades locais, tradicionais e indígenas.

 

A delegação brasileira trabalhou diretamente com a diplomata Gabriela Resendes, do Consulado do Brasil em Nagoya, que fez parte do Drafting Group (grupo de elaboração) da Declaração, inclusive representando os países do Grupo Latinoamericano e Caribenho (Grulac).

 

A Declaração de Aichi-Nagoya foi aprovada por unanimidade na sessão plenária de encerramento. Ela se baseia nos resultados da Década das Nações Unidas de Educação para o Desenvolvimento Sustentável (2005-2014) e nas deliberações da Conferência e as reuniões de participantes que foram realizadas de 04 a 08 de novembro em Okayama.

 

PARTICIPAÇÃO

 

O diretor de Educação Ambiental do MMA, Nilo Diniz, destaca que, além de apresentar propostas de educação ambiental do MMA e do MEC, o governo brasileiro teve importante participação, através do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), do MCTI, que apresentou oficina de trabalho sobre o tema da Redução de Risco com Desastres Ambientais, iniciativas e pesquisas desenvolvidas no país.

 

“A sustentabilidade social, econômica e ambiental parece demandar, de fato, mudanças menos adjetivas e mais substantivas", avaliou Nilo Diniz, referindo-se aos desafios que foram debatidos nas diversas oficinas e plenárias durante o encontro. Ele apresentou na Conferência ações de educação ambiental desenvolvidas durante a vigência do Projeto de Cooperação Técnica entre o MMA e a Unesco, de 2000 a 2010, além de outras iniciativas de educação ambiental do MMA.

 

A Conferência contou com mais de mil participantes, incluindo representantes de Estados Membros da Unesco, Organizações não governamentais (ONGs), academia, setor privado e as agências da ONU, além de jovens participantes de 150 países. O tema trabalhado foi: "Aprendendo Hoje para um Futuro Sustentável".

 

Confira a declaração final (em inglês).

Fonte: Tinna Oliveira, com informações da Unesco / Ministério do Meio Ambiente.




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