15/09/2017 Projeto lançado no Rock in Rio vai recuperar 30 mil hectares da Amazônia

Projeto lançado no Rock in Rio vai recuperar 30 mil hectares da Amazônia

Reserva Extrativista Mapuá (PA). Foto: Miguel von Behr/Arquivo Arpa.

Amazônia Live é parceria com o Ministério do Meio Ambiente e pretende recuperar 30 mil hecteres de áreas degradadas.

 

Foi lançado nesta sexta-feira (15/09), na abertura do Rock in Rio, o Amazônia Live, projeto socioambiental que propõe a recuperação de quase 30 mil hectares de áreas degradadas na Amazônia brasileira, o correspondente a um número estimado de 73 milhões de árvores. A modelo Gisele Bundchen, defensora da causa ambiental, e a cantora Ivete Sangalo destacaram a importância do projeto na abertura do festival, no Palco Mundo. “Tenho muita gratidão pela mãe terra. Sonho com o dia em que teremos um equilíbrio entre o ser e o ter. Os sonhos se tornam realidade com a perseverança. Esse evento é o resultado de muitos sonhos”, disse Gisele Bundchen.

 

A iniciativa é resultado de parceria entre o Amazônia Live com o Ministério do Meio Ambiente (MMA) por meio do projeto Paisagens Sustentáveis da Amazônia, o Fundo Global do Meio Ambiente (GEF - Global Environment Facility), o Banco Mundial, o Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio), a Conservação Internacional (CI-Brasil), o Instituto Socioambiental (ISA) e a iniciativa socioambiental do Rock in Rio.

 

“A parceria entre o projeto Paisagens Sustentáveis da Amazônia e a Plataforma Amazônia Live, promovida pelo Rock in Rio, é mais uma demonstração da nova página que estamos escrevendo, com diferentes atores sociais, unidos pela recuperação da Floresta Amazônica”, afirmou o ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho. No lançamento, o ministro foi representado pelo secretário de Biodiversidade do MMA, José Pedro de Oliveira Costa.

 

Em 2016, primeiro ano do Amazônia Live, o Programa Áreas Protegidas da Amazônia (ARPA), coordenado pelo MMA, apoiou a produção de 1 milhão de mudas de espécies nativas para recuperar áreas degradadas dentro de unidades de conservação no Amazonas.

 

PAISAGENS SUSTENTÁVEIS

 

O equivalente a cerca de 70 milhões das árvores da proposta de restauração faze parte das metas do projeto paisagens Sustentáveis da Amazônia no Brasil para aumentar a área florestal sob recuperação, promover o uso sustentável dos recursos naturais e fortalecer a rede de Unidades de Conservação da Amazônia brasileira.

 

O projeto prevê a recuperação de 28 mil hectares de áreas degradas até 2023 por meio de técnicas como enriquecimento de áreas de florestas secundárias já existentes, semeadura de espécies nativas selecionadas, condução e/ou favorecimento da regeneração natural, e, quando necessário, o plantio direto de espécies nativas. As áreas prioritárias escolhidas para as ações de recuperação do projeto são o sul do Amazonas, Rondônia, Acre e Pará.

 

O projeto, que envolve também a Colômbia e o Peru, busca garantir estratégias do GEF de melhorar a sustentabilidade do sistema de áreas protegidas no bioma Amazônia, reduzir ameaças à biodiversidade, recuperar áreas degradadas, desenvolver planos comunitários de extração da madeira e fortalecer políticas voltadas para conservação e recuperação.

Fonte: Waleska Barbosa – Ministério do Meio Ambiente.




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