21/03/2014

FIESC lança terceira edição da Revista Indústria & Competitividade

A Editora Expressão é encarregada da comercialização de anúncios institucionais nessa publicação oficial do Sistema FIESC. 


As empresas têm retorno econômico de até cinco vezes o valor investido na promoção da saúde do trabalhador, além da dimensão ética que envolve o tema. O assunto é destaque na terceira edição da revista Indústria & Competitividade, lançada nesta sexta-feira (21) pela FIESC, durante reunião da diretoria da instituição. Outras reportagens abordam a indústria da moda catarinense, que supera a competição com os produtos asiáticos a partir de um reposicionamento conceitual, e a internacionalização das indústrias de Santa Catarina, em especial as de micro, pequeno e médio portes.

A publicação é voltada a formadores de opinião e pretende reforçar a ação da FIESC no agendamento de questões relevantes para o desenvolvimento catarinense. A tiragem impressa é de cinco mil exemplares e a versão eletrônica estará no portal FIESCnet, menu publicações (clique aqui) e quem deseja exemplar impresso pode solicitar pelo e-mail imprensa@fiescnet.com.br.

 

Conheça um pouco mais do conteúdo da terceira edição:

Qualidade de vida na indústria - a reportagem de destaque da edição mostra que investir na saúde do trabalhador traz retorno para as empresas (até cinco vezes o valor investido). A reportagem constata que, em tempos de pleno emprego, a indústria lida com uma nova realidade: ela precisa fidelizar seus trabalhadores. Investir na qualidade de vida de seu pessoal pode fazer a diferença num mercado onde são as companhias que disputam os melhores trabalhadores para serem competitivas. A reportagem também aborda a relação entre saúde e produtividade e mostra que o presenteísmo (quando o trabalhador está na empresa mas rende pouco) custa mais do que o absenteísmo (faltas ao trabalho). A retranca "A era das fábricas grisalhas" mostra que as indústrias precisam se preparar para o envelhecimento da população brasileira. Por fim, além de tratar da questão do universo empresarial e da ação da FIESC (por meio do SESI), a matéria também acaba por fazer o leitor refletir sobre como está cuidando da própria saúde.

Indústria da moda - a matéria mostra como um dos setores mais tradicionais e com forte participação na geração de empregos (quase 200 mil empregos em SC) se reinventa para enfrentar a concorrência: investe em moda, avança no varejo com lojas das próprias, fortalece a marca. Além de contar histórias de sucesso, a reportagem destaca o SCMC, uma iniciativa que está trazendo importantes resultados para o setor.

Industrialização - com histórias de sucesso, a matéria conta como pequenas empresas estão conseguindo vencer os desafios do mercado externo. O infográfico de duas páginas "novas parcerias no horizonte" apresenta dados evidenciando mudanças estruturais na balança comercial catarinense na última década, como o saldo que passou a ser deficitário, o crescimento da China como destino dos embarques catarinenses, a difícil relação com a Argentina e os novos mercados que estão se abrindo para os produtos catarinenses.

Empresários na política - em entrevista, o prefeito de Joinville, Udo Döhler, debate a participação dos empresários na política. Ele fala em omissão política e diz que isso custa caro ao empresário, pois se mais empreendedores participassem da política, o ambiente para a produção seria melhor, com menos impostos e uma legislação mais simples.

Perfil - a seção conta a trajetória do industrial Ingo Fischer, que começou com uma oficina de bicicletas, para depois passar a produzi-las e hoje, enquanto planeja chegar a R$ 1 bilhão de faturamento, começa a preparar a sucessão familiar da Irmãos Fischer.

Estaleiros - a reportagem mostra que SC produz de barcos populares até verdadeiras ferraris das águas. Os estaleiros catarinenses aproveitam a maré favorável e em poucos anos formam um dos polos produtores mais importantes do País.

NR 12 - a revista ouviu relatos dramáticos de empresários sobre a NR12 e foi à fabrica do industrial Carlos Rodolfo Schneider. O repórter constatou: o que se ouve nos relatos dos industriais ganha contornos muito mais graves quando se entra na linha de produção. Por pressão da fiscalização, as máquinas trefiladoras, foram cercadas com grades de proteção de quase dois metros de altura, equipadas com chave de segurança e um dispositivo garantindo que o acionamento da máquina só seja feito com a cerca travada. Mas a fiscalização obrigou a empresa a colocar scaners de movimento, para que a máquina pare automaticamente, caso alguém pule os quase dois metros de grade.

Educação - a educação é tema que está presente em todas as edições da revista. "No topo da agenda catarinense" mostra que o Movimento A Indústria pela educação firma novas parcerias, articulando indústrias, trabalhadores, governo e terceiro setor para ampliar matrículas e elevar a qualidade do ensino em Santa Catarina. A parceira com o Instituto Pe. Vilson Groh é um exemplo.

Pessoas - a sessão "Gente da indústria", que valoriza as histórias de trabalhadores do setor apresenta, Daniel Guzzon, da empresa Piracajuba, que tem fábrica em Maravilha, no Extremo-Oeste de SC. Aproveitando as oportunidades de qualificação oferecidas pela empresa de lacticínios, o jovem de 23 anos que saiu de Flor do Sertão já é supervisor da fábrica, que vai triplicar a produção neste ano. A Piracanjuba é de Goiás e inaugurou a fábrica catarinense em 2011. Daniel mandou currículo quando a fábrica ainda estava no estágio da terraplenagem. Trabalhando das 6h50 às 15h10, ele pega o ônibus todos os dias para São Miguel do Oeste, onde cursa engenharia de alimentos, com ajuda da Piracanjuba, e chega em casa às 23h50. O sonho da casa própria ele acaba de realizar.

Desafios do Oeste - o artigo desta edição, de autoria do industrial Mário Lanznaster, aborda os desafios do Oeste, onde nasceram as grandes agroindústrias brasileiras. Nas palavras dele, é um desafio "titânico" reduzir as deficiências de infraestrutura. Outro aspecto destacado é o êxodo populacional e de talentos, com a litoralização da economia, que não foi estancada: a população jovem se reduz e a de idosos aumenta. Se nada for feito, alerta, os grupos instalados na região podem ser obrigados a transferir unidades de produção para Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, onde as matérias-primas são abundantes. Entre as alternativas para manter a competitividade da região Lanznaster aponta a redução de impostos, incentivos fiscais e materiais, além de parcerias público-privadas.

Fonte: Ivonei Fazzioni/ Assessoria de Imprensa da FIESC .




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