21/12/2017 Fundo Nacional do Meio Ambiente seleciona projetos de compostagem

Fundo Nacional do Meio Ambiente seleciona projetos de compostagem

Compostagem: alternativa. Foto: Agência Brasil.

Fundo divulga os 11 projetos selecionados por meio do edital que apoiará a segregação na fonte e a compostagem de resíduos em municípios.

 

O Fundo Nacional do Meio Ambiente (FNMA) divulgou nesta quinta-feira (21/12) os projetos selecionados por meio de edital que apoiará a compostagem em municípios e consórcios intermunicipais que atuem na gestão de resíduos sólidos. Ao todo, 11 propostas foram selecionadas nos estados de Santa Catarina, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraná e Rio Grande de Sul.

 

Clique aqui para conferir as instituições selecionadas

 

Por meio de parceira com o Fundo Socioambiental da Caixa, o edital destinará um total de R$ 10 milhões para projetos no valor mínimo de R$ 500 mil e máximo de até R$ 1 milhão. O Fundo recebeu um total de 324 propostas vindas de todo o país. Após a análise de todas elas, os projetos foram selecionados com base nos critérios e requisitos estabelecidos no edital lançado em setembro.

 

Os projetos serão executados em dois anos e servirão como ações demonstrativas para que outras prefeituras e demais interessados possam conhecê-las. "Esses projetos representam iniciativas que poderão ser replicadas futuramente", destacou Luiz Mochel, diretor do Departamento do Fundo Nacional do Meio Ambiente do MMA.

 

SOLUÇÕES

 

A compostagem é uma alternativa tecnológica de reciclagem de resíduos orgânicos. Com ela, é possível reduzir em até 50% a quantidade de resíduos que vão para os aterros sanitários. Para Mochel, projetos voltados para essa área são fundamentais para o desenvolvimento das cidades. "São formas de transformar o problema dos resíduos em soluções, de transformar o que sobra em um produto que pode ser usado de forma ambientalmente e socialmente correta", avaliou o diretor.

 

Ainda pouco explorada no país, a compostagem é um processo relativamente simples e com vasta gama de aplicações. Desde a escala domiciliar até a escala industrial, são diversas as possibilidades de políticas públicas que promovam esta prática e reduzam a quantidade de resíduos orgânicos enviados para disposição final.

 

A segregação na fonte dos resíduos em três frações (orgânicos, recicláveis secos e rejeitos) tem se mostrado uma prática de gestão eficiente para garantir a produção de composto de boa qualidade, boa aceitação por agricultores e baixíssimo risco de contaminação. A associação da prática de compostagem com a promoção do uso do composto, em projetos de agricultura urbana e periurbana ou de apoio à agricultura familiar, também é exemplo de sucesso na garantia da continuidade desta prática, fechando o ciclo da gestão dos resíduos orgânicos.

Fonte: Lucas Tolentino – Ministério do Meio Ambiente.




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