24/07/2013

Industriais do Sul de Santa Catarina reconhecem a importância da educação para a competitividade

37 industriais do Sul do Estado participaram da reunião com o presidente do Sistema FIESC, Glauco José Côrte.
Foto: Elida Ruivo

 

Criciúma - A educação como ferramenta para o aumento da competitividade da indústria. É nesse sentido que os industriais do Sul de Santa Catarina estão trabalhando ao investir em ações educacionais para superar a fragilidade da educação nos aspectos relacionados à escolaridade, à qualificação profissional e à qualidade do ensino. O assunto foi pauta de um encontro com lideranças de sindicatos de indústria da região, promovido pela Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC), na noite desta terça-feira (23), em Criciúma. O presidente da Federação, Glauco José Côrte, e o vice-presidente da FIESC para o Sul, Diomício Vidal, conduziram a conversa com os empresários.

 

"A bandeira da nossa gestão é o aumento da competitividade da indústria, o que impacta em diversas ações como a melhoria dos indicadores de escolaridade", disse Côrte durante o encontro, relembrando a iniciativa do Sistema FIESC que lançou o Movimento A Indústria pela Educação para melhorar este cenário. "Queremos conclamar o industrial a participar desse movimento pela mudança e estamos tendo grande receptividade aqui no Sul", completou.

 

O Plano de Desenvolvimento Industrial Catarinense (PDIC) e os estudos realizados sobre o atraso nas obras de duplicação do trecho sul da BR-101 também foram lembrados por Côrte, que citou ainda os recentes esforços da Federação que inicia nesta semana mobilização para que a presidente Dilma Rousseff sancione a extinção da contribuição adicional de 10% do FGTS, aprovada pela Câmara dos Deputados no dia 3 de julho. Além disso, a FIESC reforçará movimento pela aprovação do projeto de lei que regulamenta a terceirização no Brasil.

 

Moda

 

A passagem de Côrte por Criciúma contemplou ainda uma visita à Feira Nacional para a Indústria da Moda (Fenafashion), que reúne produtores de toda a cadeia produtiva da moda. "O Sul de destaca nesse segmento e incorporou o conceito de moda, tendo indústrias reconhecidas nacionalmente. Isso é bom, especialmente para o jovem, porque é um setor que remunera bem e precisa de força de trabalho qualificada", disse o presidente do Sistema FIESC. A região conta com 911 indústrias de moda e confecção, incluindo as micro e pequenas empresas, gerando 15 mil empregos.

 

A abertura da Fenafashion contou com um desfile de moda promovido por alunos da quinta fase do curso superior de Design de Moda, do SENAI de Criciúma, uma das entidades do Sistema FIESC. Com o tema "Na linha do tempo", os acadêmicos criaram 20 looks de releitura e réplica, contando a trajetória da moda desde o Renascimento até o século XX. A feira ocorre até sexta-feira (26) com a realização de desfiles de grifes catarinenses, além de oficinas e workshops. Côrte também visitou a sede do Jornal A Tribuna, em Criciúma.

Fonte: Instituto Ambiental do Paraná - Assessoria de Informação.




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