30/05/2016 As 10 espécies mais extraordinárias descobertas em 2016

As 10 espécies mais extraordinárias descobertas em 2016

Lasiognathus dinema. Este peixe parecido com o tamboril, encontrado no Golfo do México, tem apenas 5 cm. Foto: Theodore W. Pietsch, University of Washington.

Os cientistas acreditam que há mais de 10 milhões de espécies por descobrir.

 

Uma nova espécie de hominídeo, o Homo naledi, uma tartaruga gigante das Galápagos e um dragão-marinho cor-de-rosa - estas são algumas das novas espécies encontradas e descritas no último ano e eleitas pela SUNY College of Environmental Science and Forestry (ESF) como as 10 mais extraordinárias descobertas de 2016.

 

A lista é feita anualmente por um instituto da ESF, que escolheu estas 10 de entre as 18 mil novas entradas no registo da biodiversidade planetária. A compilação serve também para chamar a atenção do mundo para o ritmo atual de extinção de espécies, superior ao ritmo de descobertas - e contém duas espécies já extintas, descritas graças a fósseis.

 

"O conhecimento das espécies que existem, onde vivem, e o que fazem ajuda a mitigar a crise de biodiversidade e arquivar as provas de vida no planeta antes que estas desapareçam", explica o presidente da ESF, Quentin Wheeler.

 

Os cientistas acreditam que há mais de 10 milhões de espécies à espera de serem "descobertas", cinco vezes o número das espécies conhecidas e descritas. E que com o atual ritmo de extinção, muitas vão desaparecer antes de serem conhecidas pelos humanos.

 

O Homo naledi "saiu da escuridão" da caverna profunda em que se escondiam os seus ossos, há milhões de anos, na África do Sul. Muitos cientistas acreditam que se trata de uma nova espécie, nunca descrita, da família dos humanos modernos.

"Chelonoidis donfaustoi". Ainda há espécies para descobrir nas Galápagos e algumas são até gigantes, como esta tartaruga: a análise de dados genéticos e morfológicos provou que é uma espécie diferente.

 

"Drosera magnifica". Descoberta no Brasil, esta planta carnívora foi provavelmente a primeira descoberta através de imagens publicadas na rede social Facebook.

 

"Phyllopteryx dewysea". Esta é apenas a terceira espécie conhecida de dragão-marinho. Foi descoberta na Austrália e tem 24 cm e um vermelho rubi marcante.
Foto: Souza, Ferreira & Senna.

 

"Phytotelmatrichis osopaddington". Este pequeno besouro foi encontrado no Peru e tem um nome inspirado no urso Paddington.
Foto: Michael Darby.

 

"Pliobates cataloniae". Laia viveu há 11,6 milhões de anos, no que agora é a Espanha, e a sua descoberta veio levantar novas questões sobre a evolução dos primatas.
Foto: Marta Palmero, Institut Catalá de Paleontologia Miquel Crusafont.

 

"Sirdavidia solannona". Foi descoberta este ano mas esta espécie de árvores estava escondida à vista de todos, a metros da principal estrada de um parque nacional do Gabão.
Foto: Thomas Couvreur.

 

"Umma gumma". Esta nova espécie de donzelinhas, da família das libélulas, é apenas uma das muitas descobertas em África no último ano - mais de 60. Muitas são tão coloridas e diferentes que as fotografias chegam para identificá-las. Esta recebeu o nome de um álbum de 1969 dos Pink Floyd.
Foto: Jens Kipping.

 

"Iuiuniscus iuiuensis". Estes pequenos crustáceos, cegos e sem pigmentação exibem um comportamento nunca antes visto nesta família: constroem abrigos de lama. Foram descobertos no Brasil.
Foto: Souza, Ferreira & Senna.

Fonte: Diário de Notícias.




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