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Newsletter Social |
29/05/2008 |
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Fartura à mesa
A gralha azul é a ave símbolo do Paraná e um dos agentes dispersores do pinhão. Quando vai se alimentar, o pequeno pássaro transporta a semente entre as árvores, deixa algumas caírem e, com isso, contribui para a multiplicação dos pinheiros. No Paraná, onde as florestas de araucária estão reduzidas a 1,2% da cobertura original, as gralhas agora contam com uma ajuda extra para recuperar as matas... |
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Locomotiva local
A idéia central que norteia a atuação social da Celulose Irani é a criação de valor compartilhado. Em outras palavras, ação social bem feita é aquela que de alguma forma beneficia a sociedade e a empresa também. Ou seja: dá lucros para todos, ainda que eles sejam difíceis de mensurar. Com essa orientação a companhia já encontrou soluções bastante criativas para ajudar a resolver problemas nas comunidades.... |
Uma agência de fomento
O Instituto Vonpar lançou em agosto de 2007 edital para selecionar projetos de reciclagem de resíduos sólidos no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina. Organizações não-governamentais, associações ou cooperativas, e mesmo microempresas que trabalhem com reciclagem poderão disputar uma fatia do total de R$ 1 milhão destinado a estimular o empreendedorismo e a inclusão social, e, com isso, atender à principal premissa para suas ações de responsabilidade social: tornar-se uma agência de fomento ao desenvolvimento econômico e social... |
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Destaques da maior pesquisa do Sul sobre gestão de responsabilidade social serão homenageados no SESI/PR
As organizações que mais se destacarem na 5ª Pesquisa de Responsabilidade Social Empresarial da Região Sul serão homenageadas e diplomadas no Congresso de Responsabilidade Social Empresarial da Região Sul, que será realizado na sede do SESI/PR, em Curitiba. No evento será distribuído o Anuário Expressão de Gestão Sustentável 2008 com os resultados da pesquisa e as principais ações socialmente responsáveis desenvolvidas na região Sul. Conheça os participantes da pesquisa 2008... |
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Patrocínio
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Itaipu Binacional admite
que causa problemas
e não mede esforços
em mitigá-los |
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"Devemos nos responsabilizar por problemas de saúde
pública e de violência urbana e familiar na
região onde atuamos"
Heloisa Covolan
Coordenadora de responsabilidade socioambiental da
Itaipu Binacional |
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Assumindo os impactos
Em tempos de aquecimento global, a energia hidráulica é festejada como uma energia limpa em comparação à obtida da queima de combustíveis fósseis. Mas os impactos socioambientais causados por hidrelétricas são consideráveis, e não é à toa que as maiores polêmicas que contrapõem o meio ambiente a obras de infra-estrutura no Brasil envolvem projetos de usinas hidrelétricas. Para dimensionar o impacto da usina de Itaipu, a maior em operação do planeta, basta saber que 40 mil pessoas trabalharam em sua construção, o concreto utilizado daria para erguer 210 estádios de futebol e seu reservatório tem 170 quilômetros de extensão e alagou uma área de 1.350 quilômetros quadrados, atingindo diretamente 16 municípios brasileiros. Tão importante quanto a energia gerada é saber que a companhia assume os impactos e vai além de minimizá-los.
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No maior programa de reflorestamento do mundo feito por uma hidrelétrica, cerca de 23 milhões de mudas florestais já foram plantadas numa área de
100 mil hectares. |
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“Nos responsabilizamos
por tentar melhorar a qualidade de vida dos moradores dos 29 municípios da região da bacia hidrográfica do rio Paraná III”, afirma a coordenadora de responsabilidade socioambiental da Itaipu Binacional, Heloisa Covolan. O caso da Vila “C” dá uma boa dimensão dos impactos. A área compreende cinco bairros de Foz do Iguaçu, onde moram 20 mil famílias e que abrigava os operários na época da construção. Com o fim das obras, na década de 1980, a região foi empobrecendo. Moradores ficaram desempregados, outros passaram a atuar como “laranjas” de sacoleiros que faziam compras no Paraguai.
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O programa Cultivando Água Boa é composto por 70 projetos ambientais para reduzir o assoreamento e a poluição no reservatório de Itaipu. Cerca de 70% da água consumida em Foz do Iguaçu é captada no lago da usina. |
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No maior programa de reflorestamento do mundo feito por uma hidrelétrica, cerca de 23 milhões de mudas florestais já foram plantadas numa área de 100 mil hectares. |
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Extrapolando funções
A empresa criou o projeto Energia Solidária para atacar o problema, chegando a assumir funções típicas do setor público. Realizou uma ampla pesquisa domiciliar para definir as prioridades, que foram a reabertura do posto de saúde e a inauguração do centro comunitário, onde são oferecidos cursos profissionalizantes e de artes. Cerca de 450 famílias tiveram suas casas e terrenos regularizados. Parte delas vivia às margens do Córrego Brasília, em uma área de preservação ambiental, e foi transferida para um local com infra-estrutura urbana. Com o apoio da empresa, o Hospital Ministro Costa Cavalcanti, implantado na época da construção para prestar atendimento aos trabalhadores, ampliou a atuação e em 2003 passou a atender toda a população pelo Sistema Único de Saúde (SUS), inclusive com um centro oncológico.
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Além de controlar água do reservatório,
Itaipu investe
em ações comunitárias |
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A companhia entende ter responsabilidade por problemas de saúde pública e de violência urbana e familiar na região. Por isso jovens e mulheres vítimas de violência encontram proteção em uma casa-abrigo mantida pela Itaipu, em parceria com uma ONG local. As pessoas atendidas recebem acompanhamento psicológico. O trabalho incluiu o credenciamento de médicos para emissão de laudos periciais. Com isso, as vítimas não precisam se dirigir ao Instituto Médico Legal e recebem tratamento mais humanizado. Dando um passo adiante, a empresa foi responsável pela criação de um grupo de trabalho com representantes dos ministérios da Saúde do Brasil e do Paraguai e de secretarias regionais, que elabora políticas públicas específicas para a região de fronteira. No total são envolvidos 28 municípios brasileiros e 31 cidades paraguaias.
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A Risotolândia não fornece apenas o alimento, mas também ensina a comer bem |
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“Pensando nas exigências do mercado e necessidades da empresa a área de responsabilidade social está em constante reformulação”
José Adão Batisteti
Diretor de Relações Corporativas da Risotolândia |
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O que sobra das
merendas escolares e de todas as 220 mil refeições produzidas pela empresa diariamente é doado para instituições curitibanas cadastradas
no programa
Alimentação Solidária. |
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Fartura à mesa
A gralha azul é a ave símbolo do Paraná e um dos agentes dispersores do pinhão. Quando vai se alimentar, o pequeno pássaro transporta a semente entre as árvores, deixa algumas caírem e, com isso, contribui para a multiplicação dos pinheiros. No Paraná, onde as florestas de araucária estão reduzidas a 1,2% da cobertura original, as gralhas agora contam com uma ajuda extra para recuperar as matas. O apoio vem de 10 internos da Colônia Penal Agrícola de Piraquara. Eles cultivam mudas de pinheiro, fazem cursos profissionalizantes e, em troca, têm um terço da pena reduzida e recebem renda de aproximadamente um salário mínimo. A iniciativa é da Risotolândia, empresa especializada em refeições coletivas com sede em Curitiba, que realiza o programa Ressocialização Gralha Azul em parceria com a Secretaria Estadual de Justiça e Cidadania.
“O Grupo Risotolândia apóia com o pagamento dos salários, doação das sementes, mudas e equipamentos necessários ao cultivo”, explica o diretor de Relações Corporativas, José Adão Batisteti. O objetivo é cultivar 15 milhões de mudas em 10 anos. Nos primeiros anos do programa, que teve início em junho de 2005, foram cultivadas 600 mil mudas, o que representa a recuperação de uma área de 600 hectares de floresta.
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Caminho da Roça: crianças cultivam hortas
e têm lições de alimentação saudável |
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Educação e saúde
Esse é apenas um exemplo do trabalho de responsabilidade social na Risotolândia, de grande impacto na comunidade onde atua. A empresa formalizou sua gestão social em 2004 e, desde então, vem aprimorando os projetos que já realizava na área social. É o caso da educação nutricional que oferece a seus consumidores nas escolas municipais de Curitiba, todas atendidas com refeições da empresa. Este tem impacto junto a fornecedores e clientes, tema no qual a empresa destacou-se na pesquisa de Expressão. “Como está diretamente envolvida com a alimentação dessas crianças, o grupo também oferece programas que têm como objetivo promover a saúde por meio da alimentação saudável”, diz Batisteti. É o caso do programa Caminho da Roça. As crianças aprendem como cultivar uma horta e, de quebra, recebem lições sobre a importância de adotar uma dieta rica em verduras. Com outros programas – como Coração e Vida, Comunidade Escola, Nutrição Começa em Casa e Viva Melhor – a empresa estende o trabalho educativo aos pais dos alunos e diretores das escolas e procura contribuir para a saúde infantil ajudando a prevenir doenças como obesidade, diabetes e hipertensão.
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Irani preocupa-se em incluir comunidade em seu processo de crescimento |
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“Quem tem que autorizar o empreendimento é a sociedade, ninguém melhor do que ela para legitimar um negócio”
Odivan Carlos Cargnin
Diretor administrativo-financeiro e de relações com investidores da Celulose Irani |
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Entre 2004 e 2006 a energia comprada pela empresa caiu pela metade, e a geração própria a partir de biomassa e de hidrelétricas tornou a empresa quase auto-suficiente. A Irani é uma das pioneiras na obtenção de créditos de carbono conforme o Protocolo
de Kyoto. |
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Locomotiva local
A idéia central que norteia a atuação social da Celulose Irani é a criação de valor compartilhado. Em outras palavras, ação social bem feita é aquela que de alguma forma beneficia a sociedade e a empresa também. Ou seja: dá lucros para todos, ainda que eles sejam difíceis de mensurar. Com essa orientação a companhia já encontrou soluções bastante criativas para ajudar a resolver problemas nas comunidades onde atua – ela tem unidades industriais em Vargem Bonita e Rio Negrinho (SC), Santana do Parnaíba (SP) e Balneário Pinhal (RS).
No entorno de Vargem Bonita, por exemplo, filhos de funcionários têm a oportunidade de ensino técnico direcionado ao trabalho na própria empresa, no futuro. Uma oportunidade de ouro para jovens que, do contrário, pouca chance teriam de uma boa qualificação ou possibilidades concretas de trabalho.
Fazendo a diferença
A existência de uma empresa como a Irani faz toda a diferença em uma cidade como Vargem Bonita, com pouco mais de seis mil habitantes. Cerca de 80% da arrecadação municipal sai da empresa, e só nessa unidade da cidade há 1.100 empregos, beneficiando também municípios vizinhos. Sem dúvida é um privilégio e tanto poder contar com uma indústria que apresenta esses números, mas também é inegável que ela causa numerosos impactos. Por isso a preocupação com o reconhecimento da comunidade.
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Irani possibilita aos filhos de funcionários ensino técnico direcionado ao trabalho
na própria empresa |
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Isso não se consegue apenas com projetos ambientais e sociais.
“A comunidade não pode ficar à margem do desenvolvimento da empresa, ela tem que sentir que está melhorando para valorizar o empreendimento”, diz Odivan Carlos Cargnin, diretor administrativo-financeiro e de relações com investidores. Uma das maneiras de incluir a sociedade nos negócios é privilegiando as compras de fornecedores locais. Em 2006 esse volume chegou a quase R$ 75 milhões. A evolução disso, segundo Cargnin, será a realização de compras inversas. Isto é: reunir possíveis fornecedores em um local, expor o que a empresa necessita e incentivar o empreendedorismo local para que possa suprir
as demandas.
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Vonpar redefine
estratégias e incentiva
o empreendedorismo social |
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“Ficamos mais de um ano trabalhando em cima de estratégias, definindo o foco das ações sociais e sua identidade com
o
Instituto Vonpar”
Léo Voigt
Diretor executivo do
Instituto Vonpar |
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Em 2008, o Instituto Vonpar destinará mais
R$ 1 milhão para
fomentar novos projetos que tenham como foco principal o fortalecimento das estruturas familiares. |
Uma agência de fomento
O Instituto Vonpar lançou em agosto de 2007 edital para selecionar projetos de reciclagem de resíduos sólidos no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina. Organizações não-governamentais, associações ou cooperativas, e mesmo microempresas que trabalhem com reciclagem poderão disputar uma fatia do total de R$ 1 milhão destinado a estimular o empreendedorismo e a inclusão social, e, com isso, atender à principal premissa para suas ações de responsabilidade social: tornar-se uma agência de fomento ao desenvolvimento econômico e social na região onde atua. “Em longo prazo, isso vai contribuir com o cumprimento de um dos principais compromissos estabelecidos pelas Metas do Milênio, ao qual a empresa está alinhada: a redução drástica da pobreza, por meio da inclusão social e da geração de renda”, diz o diretor executivo do instituto, Léo Voigt. “Nossas ações se alinham às políticas do governo federal de fortalecimento da família. E isso se faz por meio da profissionalização de adultos, colocando dinheiro no bolso do pai, promovendo a inserção da mulher e do jovem no mercado de trabalho e a educação das crianças”, diz Voigt.
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Prato Popular: Vonpar e Puras
garantem 300 refeições/dia a
R$ 1,00, em duas unidades |
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Profissionalização
O ambicioso programa é resultado da profissionalização do processo que define as ações de responsabilidade social da empresa, iniciado em 2005 com a criação do instituto que abriga hoje todas as iniciativas da Vonpar no setor. Esse redirecionamento resulta também da nova composição acionária da empresa. Nascida em 1945, na cidade gaúcha de Lajeado, pelas mãos dos irmãos João Jacob e Arno Vontobel, a empresa começou a distribuir os produtos Coca-Cola em 1956, e em 1963 passou a fabricá-los. Até há cerca de quatro anos, a gigante mundial tinha uma significativa participação acionária na empresa, que atende cerca de 13 milhões de habitantes no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina. Hoje, o capital é 100% regional, informa Voigt.
O estímulo ao empreendedorismo não vai mexer em projetos bem-sucedidos de assistência imediata à população de baixa renda, caso do Prato Popular Restaurante Comunitário, com unidades em Porto Alegre, onde nasceu em 2003, e Florianópolis. Cada restaurante oferece de segunda a sexta-feira cerca de 300 refeições de qualidade por dia, ao preço de R$ 1,00. O projeto tem parceria da empresa Puras, responsável pela elaboração dos pratos e por R$ 12 mil mensais para cobrir as despesas com refeições, água, luz, segurança e impostos. Está integrado ao Programa Fome Zero do governo federal.
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Conheça os participantes da maior pesquisa da região Sul sobre
gestão social empresarial
As organizações que mais se destacarem na 5ª Pesquisa de Responsabilidade Social Empresarial da Região Sul serão homenageadas e diplomadas no Congresso de Responsabilidade Social Empresarial da Região Sul, que será realizado no dia 26 de setembro de 2008, na sede do SESI/PR, em Curitiba. No evento será distribuído o Anuário Expressão de Gestão Sustentável 2008, que inicia circulação em julho, e apresentará os resultados da pesquisa além das principais ações socialmente responsáveis desenvolvidas no Sul. Conheça os participantes da pesquisa.
Confira as empresas que responderam à pesquisa em 2008:
MARKET ANALYSIS
UNIMED PONTA GROSSA
HSBC
UNIMED BLUMENAU
ALTUS
IRANI
RUDOLPH USINADOS DE PRECISÃO LTDA
C.VALE
BESC
METALUS INDÚSTRIA MECÂNICA
COOP. AGROIND. LAR
COCARI
RISOTOLÂNDIA
FURUKAWA
EMBRACO/WHIRLPOOL
KBH&C TABACOS
SENAC/SC
COPERCAMPOS
INST. PESQ. QUÍMICAS
CARRIS
FRANCINE GHANEM FARMÁCIA DE MANIPULAÇÃO
OPUSMÚLTIPLA
COAGRISOL
ELETROSUL
SIEMENS
REUNIDAS
CONDOR
BAESA
LABORATÓRIO GHANEM DE ANÁLISES CLÍNICAS
KG LABORATÓRIO
UNIMED LITORAL
BRDE - BANCO REGIONAL DE DESENVOLVIMENTO DO EXTREMO SUL
WEG
WHIRLPOOL
UNIMED GRANDE FLORIANÓPOLIS
HERING
CONPASUL
ECODIMENSÃO
LUNELLI
COCAMAR
CIEE-SC
CEUSA
SENAI/SC
ALLIANCE ONE
PUC/RS
INNOVA
PORTOBELLO
UNIMED NORDESTE/RS
UNIMED DE CANOINHAS
UNIMED EXTREMO OESTE CATARINENSE
COPACOL
UNIVILLE
ARTECOLA
UNIMED VIDEIRA
SANEPAR
PERDIGÃO S/A
ARCELORMITTAL VEGA
ALL LOGÍSTICA
INTERFACEFLOR
AURORA ALIMENTOS
BANRISUL
BUNGE ALIMENTOS
AMANCO BRASIL LTDA
ALBERTO PASQUALINI – REFAP S/A
METROPOLITANA VIGILÂNCIA COMERCIAL E INDUSTRIAL S/A
UNIVERSIDADE DO VALE DO RIO DOS SINOS – UNISINOS
YARA BRASIL FERTILIZANTES S/A
CIA. IGUACU DE CAFÉ SOLÚVEL
INSTITUTO RPC
ITAIPU BINACIONAL
ARACRUZ CELULOSE S/A
RIO GRANDE ENERGIA S/A
CELESC S/A
CONDOMÍNIO COMPLEXO SHOPPING CURITIBA
PURAS DO BRASIL SOCIEDADE ANÔNIMA
ENGEVIX
HABITASUL EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS
TRACTEBEL ENERGIA S/A
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